As exigências da DST para aceitar a compra da Efacec são claras, como o ECO já revelou em primeira mão. A DST capitalizará a Efacec em 80 milhões de euros, mas põe condições ao Governo. O Estado tem de se responsabilizar por até 171 milhões de euros para garantir riscos diversos passados, tem de recapitalizar a Efacec num valor hoje estabilizado nos 62,5 milhões de euros e tem de assegurar que a dívida da Efacec desce para os 90 milhões de euros no chamado ‘pre-closing’, quando hoje a dívida supera os 230 milhões de euros. Nestes valores está já incluído o recente empréstimo de 45 milhões garantidos pelo Estado.
Na prática, a DST exige um perdão de dívida de 140 milhões de euros e as Finanças, e o Banco de Fomento, tutelado pelo ministério de Siza Vieira, estão a negociar uma solução financeira para o efeito. O argumento do Governo para esta linha de refinanciamento envolvendo o Banco de Fomento é mesmo a necessidade de dar cobertura às garantias públicas já prestadas, num primeiro empréstimo de 70 milhões de euros e neste segundo, de 45 milhões.
Banco de Fomento acrescenta 140 milhões à dívida portuguesa, se queremos ser uma economia de mercado as empresas falidas tambem têm que falir, estão a ouvir TAP e Efacec?
Não é capitalismo para os lucros e socialismo para os prejuízos.
Qual é o fascínio do estado em salvar empresas geridas por idiotas?
Basta alguém meter os pés lá dentro para ficar a saber que têm gestão intermédia a mais, guerras constantes entre departamentos e que a chefia de topo é ineficiente.
Contribuintes continuam a salvar empresas falidas.
A Esquerda n faz qualquer sentido.
Esquerdas/PS, expliquem lá este fetiche com empresas?
Para além de dar dinheiro aos primos e amigos claro.
É fantástico como esta empresa cresce quando o PS está no governo. De construtora desconhecida em 2005 hoje já dá cartas a comprar empresas quando tão mal paga um quadro senior…
Conseguem ganhar logo uma data de concursos públicos com grandes negociações. O Departamento de Negociação com o Estado (TM) devia ser um caso de estudo em Harvard
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As exigências da DST para aceitar a compra da Efacec são claras, como o ECO já revelou em primeira mão. A DST capitalizará a Efacec em 80 milhões de euros, mas põe condições ao Governo. O Estado tem de se responsabilizar por até 171 milhões de euros para garantir riscos diversos passados, tem de recapitalizar a Efacec num valor hoje estabilizado nos 62,5 milhões de euros e tem de assegurar que a dívida da Efacec desce para os 90 milhões de euros no chamado ‘pre-closing’, quando hoje a dívida supera os 230 milhões de euros. Nestes valores está já incluído o recente empréstimo de 45 milhões garantidos pelo Estado.
Na prática, a DST exige um perdão de dívida de 140 milhões de euros e as Finanças, e o Banco de Fomento, tutelado pelo ministério de Siza Vieira, estão a negociar uma solução financeira para o efeito. O argumento do Governo para esta linha de refinanciamento envolvendo o Banco de Fomento é mesmo a necessidade de dar cobertura às garantias públicas já prestadas, num primeiro empréstimo de 70 milhões de euros e neste segundo, de 45 milhões.
Banco de Fomento acrescenta 140 milhões à dívida portuguesa, se queremos ser uma economia de mercado as empresas falidas tambem têm que falir, estão a ouvir TAP e Efacec?
Não é capitalismo para os lucros e socialismo para os prejuízos.
Qual é o fascínio do estado em salvar empresas geridas por idiotas?
Basta alguém meter os pés lá dentro para ficar a saber que têm gestão intermédia a mais, guerras constantes entre departamentos e que a chefia de topo é ineficiente.
Contribuintes continuam a salvar empresas falidas.
A Esquerda n faz qualquer sentido.
Esquerdas/PS, expliquem lá este fetiche com empresas?
Para além de dar dinheiro aos primos e amigos claro.
É fantástico como esta empresa cresce quando o PS está no governo. De construtora desconhecida em 2005 hoje já dá cartas a comprar empresas quando tão mal paga um quadro senior…
Conseguem ganhar logo uma data de concursos públicos com grandes negociações. O Departamento de Negociação com o Estado (TM) devia ser um caso de estudo em Harvard
30 de Janeiro, continuem a votar nos mesmos