Proposta de proibição de venda a não residentes visa travar preços de casas em Portugal

by pica_foices

7 comments
  1. Portanto vamos acabar de vez com aquela historia, de emigras, trabalhas que nem um cão poupas e começas a pagar uma casa ou comprar terreno em Portugal e quando estiver quase/ou paga voltas.

    Perfeito agora os jovens nem a possibilidade de fazer o que o pessoal de 70 e 80 fez vai poder.

    ​

    Proibir, taxar, cortar, mas nunca incentivar o crescimento a se construir.

    Ah e para aqueles que acham que isso vai afetar os ricos. É tão simples como abrir uma empresa no site [https://eportugal.gov.pt/servicos/criar-uma-empresa-na-hora](https://eportugal.gov.pt/servicos/criar-uma-empresa-na-hora)

    Comprar a casa pela empresa e depois alugar se, a se próprio. Além de que esta medida vai contra as normas europeias.

  2. Acho que comprar habitação para depois fazer nada com eles devia ser a prioridade, se bem a maior parte seria apanhado com isto.
    Todos os dias passo por prédios inteiros novos acabados à anos vazios.

    Sempre existiram impostos diferenciados para casa de habitação e outros usos, deviam ser muito mais diferenciados.

  3. Ok e como vão gerir os testas de ferro que passam a existir para comprarem habitação em nome de terceiros?

  4. Nao sei se concordo com proibir, mas elevar impostos e taxas significativamente e cumulativamente para cada habitação de ferias ou secundária já devia ter sido feito há muito.

  5. Quem manda são os bancos. Isto é só para vender jornal!

  6. My 2 cents. Isto é só um contra-senso. Gastaram rios de $$ a promover o país para chegarmos a este ponto de dependência do turismo. Foi uma opção, não discuto isso. Claro que com essa estratégia do “Portugal está na moda”, tudo o resto vem atrás. Agora, em vez de facilitarem de uma vez por todas as novas construções e fazerem com que a economia cresça numa área além do turismo, vamos antes proibir a venda de casas. Podiam também proibir a estadia de estrangeiros nos hóteis e airbnb’s, de certeza que também ficariam muito mais imóveis disponíveis no mercado. Isto é mais uma medida bandeira para ganhar votos no momento e que não ajuda em nada o futuro da economia portuguesa.

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