e se formos rigorosos, tem razão. A questão é que não me parece que alguém seja contra esta pequena ‘alteração’ para se poder ter um orçamento em vigor e no final de contas o bom senso impera.
Advogados/juristas e a falta de bom senso.
Pois e não faz sentido algum o orçamento de um governo demissionario ser aprovado quando todos os outros partidos são contra.
Mas como o Marcelo é o cobarde dos beijinhos e abraços do costume, já quase que se sabe qual o resultado.
Uma alternativa para agradar a todos os lados seria aceitar a demissão já e chamar alguém como o Carlos César ou um nome menos partidário para “formar” governo com as exatas mesmas pessoas que estão agora só mesmo para chegar à meta do 29 de Novembro com o orçamento aprovado. Depois dissolvia-se o parlamento.
O resultado seria exatamente o mesmo, haveria mais trabalho em cima de todo o que já existe mas sempre se honraria os princípios da constituição.
Levar em consideração a existência de duas guerras, pressão inflacionária, ameaça de recessão no bloco económico em que o teu pais se integra, emergência social, capacidade de resposta das instituições públicas e o restante contexto nacional na decisão a tomar.
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e se formos rigorosos, tem razão. A questão é que não me parece que alguém seja contra esta pequena ‘alteração’ para se poder ter um orçamento em vigor e no final de contas o bom senso impera.
Advogados/juristas e a falta de bom senso.
Pois e não faz sentido algum o orçamento de um governo demissionario ser aprovado quando todos os outros partidos são contra.
Mas como o Marcelo é o cobarde dos beijinhos e abraços do costume, já quase que se sabe qual o resultado.
Uma alternativa para agradar a todos os lados seria aceitar a demissão já e chamar alguém como o Carlos César ou um nome menos partidário para “formar” governo com as exatas mesmas pessoas que estão agora só mesmo para chegar à meta do 29 de Novembro com o orçamento aprovado. Depois dissolvia-se o parlamento.
O resultado seria exatamente o mesmo, haveria mais trabalho em cima de todo o que já existe mas sempre se honraria os princípios da constituição.
Levar em consideração a existência de duas guerras, pressão inflacionária, ameaça de recessão no bloco económico em que o teu pais se integra, emergência social, capacidade de resposta das instituições públicas e o restante contexto nacional na decisão a tomar.
É isto?