O episódio de hoje do contracorrente da rádio observador é uma auto análise interessante da cobertura jornalística da pandemia.
Apesar da autoflagelação dos jornalistas intervenientes, penso que não foram longe o sufeciente na análise e que as coisas invariavelmente continuaram na mesma.
Penso que não só o jornalismo durante a pandemia não era nada mais do que um mix de scare mongering com relações públicas do governo, como ativamente participou em atos criminosos de contra informação, tal como o flip flop sobre as máscaras, sobre a “é só uma gripe” no início, o pânico dos ventiladores quando não foram de todo necessários em tal escala, e recentemente o pânico que tentaram lançar sobre a Omicron, com modelações apocalípticas que iam contra o que diziam os profissionais de saúde no terreno na África do sul.
Acho que foi um excelente contra corrente. Principalmente o raspanete do Paulo Martins
Este jornal criticou a esquerda por muitas vezes e será, portanto, alvo de downvotes aqui como habitualmente. Nem leram, nem ouviram, mas é fascista.
Ainda ontem e hoje reparei o telejornal da RTP à hora do almoço abre e mais de 35 minutos é a falar de Covid. Covid isto Covid aquilo, um direto para o reporter dizer aquilo que o apresentador apresentou, outro direto para entrevistar a criancinha a perguntar se esta nervosa ou se tem medo…
Estamos a 24 dias de umas eleições legislativas importantíssimas mas para os canais e jornais não parece ser muito. O que interessa é a charranfada do Covid.
5 comments
O episódio de hoje do contracorrente da rádio observador é uma auto análise interessante da cobertura jornalística da pandemia.
Apesar da autoflagelação dos jornalistas intervenientes, penso que não foram longe o sufeciente na análise e que as coisas invariavelmente continuaram na mesma.
Penso que não só o jornalismo durante a pandemia não era nada mais do que um mix de scare mongering com relações públicas do governo, como ativamente participou em atos criminosos de contra informação, tal como o flip flop sobre as máscaras, sobre a “é só uma gripe” no início, o pânico dos ventiladores quando não foram de todo necessários em tal escala, e recentemente o pânico que tentaram lançar sobre a Omicron, com modelações apocalípticas que iam contra o que diziam os profissionais de saúde no terreno na África do sul.
Acho que foi um excelente contra corrente. Principalmente o raspanete do Paulo Martins
Este jornal criticou a esquerda por muitas vezes e será, portanto, alvo de downvotes aqui como habitualmente. Nem leram, nem ouviram, mas é fascista.
Ainda ontem e hoje reparei o telejornal da RTP à hora do almoço abre e mais de 35 minutos é a falar de Covid. Covid isto Covid aquilo, um direto para o reporter dizer aquilo que o apresentador apresentou, outro direto para entrevistar a criancinha a perguntar se esta nervosa ou se tem medo…
Estamos a 24 dias de umas eleições legislativas importantíssimas mas para os canais e jornais não parece ser muito. O que interessa é a charranfada do Covid.
Não faz sentido.
Panamá papers?