Temos baixa natalidade e níveis de emigração típicos de países em guerra.
Não há milagres.
Governos centralizados sem visão dão nisto. Interior esquecido.
A emigração vai resolver. Vais ver que daqui a nada estamos com o vigor da turquia.
Não faz sentido nenhum um jovem ficar por cá só se for por orgulho à nação e/ou porque gosta do clima e paisagem, infelizmente isso não paga as contas
Eu saí de Portugal em 2015 para vir para a Alemanha. Ao longo dos anos fui notando diferença na quantidade de crianças que via aqui e em Portugal, quando visitava nas férias.
Mas depois de ir ao Brasil e Guatemala (de onde é a minha namorada), o impacto foi ainda maior. A Alemanha não está muito longe de Portugal, apenas uns anos atrasada. Mas é triste não ver crianças na rua com os pais, famílias juntas, jovens, etc.
Portugal está em vias de extinção.
Porra…não sabia que isto tava tão mau…chiça
Isto devia ser prioridade de qualquer futuro governo !!
Normal, não existe também políticas de fomento à natalidade. O preço actual das casas complicam ainda mais a capacidade das pessoas formarem famílias, aliado à falta de vagas nas creches. Depois os salários baixos, a precariedade e a limitada progressão nas carreiras que incentivam os jovens a emigrar… é a machadada final.
Então o que se faz neste país? Empurrar os problemas com políticas de imigração descontrolada e sem critério, incentivando ainda mais a precariedade.
O problema não é a quantidade de velhos, é a escassez de novos. Nesse mapa, muitas das zonas mais jovens coincidem com comunidades de imigrantes “extracomunitários” que não só não subscrevem como se opõem aos valores civilizacionais ocidentais. Demografia é destino. O ateísmo é suicídio coletivo.
Opinião impopular: a emigração estratosférica não é apenas por razões económicas. Há vários países com PIB per capita igual ou inferior com níveis menores de emigração. É também passado de geração para geração. Por outras razões que não apenas os baixos ordenados, os portugueses são muito dados a sair do país. E é algo que não abrange apenas classes mais baixas e menor escolaridade. É cultural. Mas não censuro. A verdade é que o país estende uma passadeira vermelha a tudo que seja estrangeiro e estrangula os nativos de várias formas. Os portugueses não são felizes no seu país.
A coisa engraçada é que isto não é um problema de todo que requere uma intervenção artificial.
Esta narrativa e pânico apareceu de repente nos últimos 2 anos para justificar a imigração em massa.
Num país racional e normal, menos população apenas significa mais recursos para menos pessoas, um custo de habitação mais acessível, o que significa mais rendimento disponível para as famílias, o que significa mais capacidade e condições para as famílias terem filhos e voltar a restaurar o equilíbrio.
A única razão pela qual isto é um problema, é porque os nossos génios (nos quais continuamos a votar), decidiram criam um esquema Ponzi com as pensões.
Isto é um problema financeiro, resolva-se, e se não há dinheiro, que se passe pior para que se possa passar melhor no futuro. Gaste-se menos com o estado, equilibrem-se as pensões, incentive-se pensões privadas.
O que está a ser feito agora é vender o país e fazer desta geração a última geração de portugueses para a troco de pagar pensões prometidas em muitos casos a quem nunca sequer descontou para elas.
0 políticas de incentivo à natalidade exceto uns míseros subsídios, jovens continuam a sair em massa porque este país não lhes dá condições, a imigração que veio exarcebar problemas económicos que já tinhamos (entre outros), etc… Este país caminha para o colapso demográfico e financeiro sem dúvida, há que mudar de rumo e rápido, começando por correr com a gente que sempre governou e deixou o país chegar a este estado.
Classe média está sufocada , nem de longe consegue ter filhos, resta a classe alta e classe baixa visto que não tem que se preocupar com renda da casa ou trabalhar, podem dedicar a ter filhos …
13 comments
Temos baixa natalidade e níveis de emigração típicos de países em guerra.
Não há milagres.
Governos centralizados sem visão dão nisto. Interior esquecido.
A emigração vai resolver. Vais ver que daqui a nada estamos com o vigor da turquia.
Não faz sentido nenhum um jovem ficar por cá só se for por orgulho à nação e/ou porque gosta do clima e paisagem, infelizmente isso não paga as contas
Eu saí de Portugal em 2015 para vir para a Alemanha. Ao longo dos anos fui notando diferença na quantidade de crianças que via aqui e em Portugal, quando visitava nas férias.
Mas depois de ir ao Brasil e Guatemala (de onde é a minha namorada), o impacto foi ainda maior. A Alemanha não está muito longe de Portugal, apenas uns anos atrasada. Mas é triste não ver crianças na rua com os pais, famílias juntas, jovens, etc.
Portugal está em vias de extinção.
Porra…não sabia que isto tava tão mau…chiça
Isto devia ser prioridade de qualquer futuro governo !!
Normal, não existe também políticas de fomento à natalidade. O preço actual das casas complicam ainda mais a capacidade das pessoas formarem famílias, aliado à falta de vagas nas creches. Depois os salários baixos, a precariedade e a limitada progressão nas carreiras que incentivam os jovens a emigrar… é a machadada final.
Então o que se faz neste país? Empurrar os problemas com políticas de imigração descontrolada e sem critério, incentivando ainda mais a precariedade.
O problema não é a quantidade de velhos, é a escassez de novos. Nesse mapa, muitas das zonas mais jovens coincidem com comunidades de imigrantes “extracomunitários” que não só não subscrevem como se opõem aos valores civilizacionais ocidentais. Demografia é destino. O ateísmo é suicídio coletivo.
Opinião impopular: a emigração estratosférica não é apenas por razões económicas. Há vários países com PIB per capita igual ou inferior com níveis menores de emigração. É também passado de geração para geração. Por outras razões que não apenas os baixos ordenados, os portugueses são muito dados a sair do país. E é algo que não abrange apenas classes mais baixas e menor escolaridade. É cultural. Mas não censuro. A verdade é que o país estende uma passadeira vermelha a tudo que seja estrangeiro e estrangula os nativos de várias formas. Os portugueses não são felizes no seu país.
A coisa engraçada é que isto não é um problema de todo que requere uma intervenção artificial.
Esta narrativa e pânico apareceu de repente nos últimos 2 anos para justificar a imigração em massa.
Num país racional e normal, menos população apenas significa mais recursos para menos pessoas, um custo de habitação mais acessível, o que significa mais rendimento disponível para as famílias, o que significa mais capacidade e condições para as famílias terem filhos e voltar a restaurar o equilíbrio.
A única razão pela qual isto é um problema, é porque os nossos génios (nos quais continuamos a votar), decidiram criam um esquema Ponzi com as pensões.
Isto é um problema financeiro, resolva-se, e se não há dinheiro, que se passe pior para que se possa passar melhor no futuro. Gaste-se menos com o estado, equilibrem-se as pensões, incentive-se pensões privadas.
O que está a ser feito agora é vender o país e fazer desta geração a última geração de portugueses para a troco de pagar pensões prometidas em muitos casos a quem nunca sequer descontou para elas.
0 políticas de incentivo à natalidade exceto uns míseros subsídios, jovens continuam a sair em massa porque este país não lhes dá condições, a imigração que veio exarcebar problemas económicos que já tinhamos (entre outros), etc… Este país caminha para o colapso demográfico e financeiro sem dúvida, há que mudar de rumo e rápido, começando por correr com a gente que sempre governou e deixou o país chegar a este estado.
Classe média está sufocada , nem de longe consegue ter filhos, resta a classe alta e classe baixa visto que não tem que se preocupar com renda da casa ou trabalhar, podem dedicar a ter filhos …