“Isso é para nos entreter no período natalício”, ironizou o dirigente do PCP, que sobre um novo compromisso à esquerda insistiu que “o problema não está na forma, mas no conteúdo”, lembrando o que “o PS fez nos dois últimos anos” para justificar o “não claro”. O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, aconselhou em Ovar, Aveiro, aqueles que pedem a estabilização das leis laborais a viverem a experiência do trabalho precário, para que percebam a instabilidade a que condenam os trabalhadores. Questionando sobre quais são as exigências do PCP para um compromisso pós-eleitoral respondeu: “eram, por exemplo, todas aquelas contrárias às que foram aprovadas neste Orçamento de Estado”.
Nem me importava de trabalhar à hora e ao dia num verdadeiro mercado livre que recompensasse o trabalho justamente. Acho que era o modelo mais fixe, sem ninguém estar preso a um contrato, chegar lá e fazer o trabalho, ir embora.
Não havia cá horas mortas a encher chouriço nem empresas com pessoas a mais porque são obrigadas.
Podem ter ideias extremistas, e muitas coisas que discordo, mas isso é verdade. O setor empresarial em Portugal está “estragado”. Nunca se habituou ao após ditadura, pois ainda expreme os trabalhadores até ao tutano, seja em “escravatura”, precaridade, ou salários de “mendigo”. Falam em impostos do trabalho, mas desde “sempre” os salários estão quase estagnados, a não ser o salário mínimo pois são “obrigados” a subir. Depois ainda se queixam da produtividade, mas queria ver eles a terem dois trabalhos, ou a ganharem o salário mínimo se iam produzir alguma coisa. Grande incentivo tinham para isso.
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### Líder do PCP manda trabalhar ″à hora, ao dia″ os que querem manter as leis laborais tal como estão
[Notícia Original](https://www.dn.pt/politica/lider-do-pcp-manda-trabalhar-a-hora-ao-dia-os-que-querem-manter-as-leis-laborais-tal-como-estao–17438186.html) | 2023-12-02 | Keywords: trabalhar^1 PCP^2 Paulo^3 Raimundo^4 Estado^5
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“Isso é para nos entreter no período natalício”, ironizou o dirigente do PCP, que sobre um novo compromisso à esquerda insistiu que “o problema não está na forma, mas no conteúdo”, lembrando o que “o PS fez nos dois últimos anos” para justificar o “não claro”. O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, aconselhou em Ovar, Aveiro, aqueles que pedem a estabilização das leis laborais a viverem a experiência do trabalho precário, para que percebam a instabilidade a que condenam os trabalhadores. Questionando sobre quais são as exigências do PCP para um compromisso pós-eleitoral respondeu: “eram, por exemplo, todas aquelas contrárias às que foram aprovadas neste Orçamento de Estado”.
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Nem me importava de trabalhar à hora e ao dia num verdadeiro mercado livre que recompensasse o trabalho justamente. Acho que era o modelo mais fixe, sem ninguém estar preso a um contrato, chegar lá e fazer o trabalho, ir embora.
Não havia cá horas mortas a encher chouriço nem empresas com pessoas a mais porque são obrigadas.
Podem ter ideias extremistas, e muitas coisas que discordo, mas isso é verdade. O setor empresarial em Portugal está “estragado”. Nunca se habituou ao após ditadura, pois ainda expreme os trabalhadores até ao tutano, seja em “escravatura”, precaridade, ou salários de “mendigo”. Falam em impostos do trabalho, mas desde “sempre” os salários estão quase estagnados, a não ser o salário mínimo pois são “obrigados” a subir. Depois ainda se queixam da produtividade, mas queria ver eles a terem dois trabalhos, ou a ganharem o salário mínimo se iam produzir alguma coisa. Grande incentivo tinham para isso.