Cotrim de Figueiredo: “Custo médio de um aluno no ensino público são 6.200 euros por ano.” Valor superior ao cobrado nos privados? [Verdadeiro]

12 comments
  1. Esse mesmo texto do polígrafo diz:

    “Ainda assim, é necessário considerar que, para chegar a este valor, estiveram presentes todas as questões pedagógicas e curriculares, bem como os custos envolvidos com a formação de professores e com o investimento nas escolas, como por exemplo o edificado (…)

    Para chegar aos 6.200 euros médios por aluno, o gabinete de Tiago Brandão Rodrigues dividiu o orçamento do Estado destinado ao ministério da Educação pelo número total de alunos do ensino público, em cada um dos anos de estudo.

    Esta pode ser classificada como uma conta em bruto, que contém todos os gastos associados à educação, de que são exemplo as iniciativas e programas destinadas aos alunos desse tipo de ensino. Além disso, há ainda uma percentagem significativa de alunos que beneficiam da chamada Ação Social Escolar (ASE), que comparticipa as despesas escolares de alunos carenciados, assegurando, por exemplo, refeições gratuitas.”

    Por isso comparar esse valor com o que os privados cobram em mensalidade, dizendo que com isso ficam mais baratos ao país, continua a ser ridículo.

  2. Por curiosidade, alguém sabe a que se deve o aumento de 30% deste valor em 6 anos, como referido no artigo?

    “6.200 euros por ano ao Estado, uma subida de mais de 30% desde as últimas contas, feitas há seis anos”

  3. A educação custa o que custar.

    Já era altura de os porcos capitalistas perderem essa obsessão com números…

    Se queremos ter uma sociedade que valoriza mesmo a educação, o estado deve poder gastar o que quiser sem qualquer tipo de escrutínio.

  4. Eu gostava de saber como é que na Alemanha e países nórdico é de graça. Além de que os professores de aqui não são somente professores, estão em investigação e são praticamente obrigados a dar aulas.

  5. Privatizar a educação é a melhor coisa que podemos fazer sem duvida alguma! /s

    Que tal deixarem de importar ideias dos EUA?

    E:Além que esse cona, que não tem outro nome, deve pensar que a maioria da população consegue pagar mensalidades de escolas privadas para os filhos…

  6. como o próprio cotrim referiu esse número de 6200 euros é errado.

    dá vontade de rir acreditar que escolas de elite iriam manter o desempenho quando abertas ao público em geral.

    acredito que iria acontecer o mesmo que acontece em certas discotecas: preço mínimo escandaloso afixado à porta (placa: consumo mínimo 500 euros) para as populações mais pobres não conseguirem usar o cheque ensino lá e depois fazem um desconto grande aos filhos de boas famílias que querem lá ter (para quem é para entrar: uma espécie de cartão de consumo mínimo de 10 euros com duas cervejas incluídas).

    dá vontade de rir a quantidade de posts de IL que aparecem no r/portugal

    dizem-se liberais (“a única forma de se ser livre”… lol) e acabam por actuar como umas mini-marionetas que se auto-ridicularizam tal o nível de fanatismo e de manipulação a que estão sujeitos e querem sujeitar os outros

  7. Esta discussão é de uma desonestidade intelectual imensa. Pegar na totalidade do orçamento da educação – que integra, só assim, 100 M para o Desporto – e dividir pelo número de alunos só do público é só parvo.

    Há, ainda, outra questão. O grosso dos custos das escolas públicas – retirando o apoio social – são os salários, por isso não corresponde a qualquer má gestão dos estabelecimentos públicos, mas à carreira dos profissionais.

  8. Mas quanto é que os alunos pagam em impostos com tudo o que precisam de comprar para andar na escola?

    Incluindo

    * Refeições
    * Livros
    * Transportes
    * Eventuais explicações

    Vá. Eu espero.

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