Orçamento do Estado para 2024 inclui 11 mil milhões de euros em “despesas excecionais”? – Polígrafo (verdadeiro)

by JOAO–RATAO

2 comments
  1. Quando os apologistas dos impostos altos perguntam onde é que se cortava, é para aqui que têm que apontar.

    Em 2022, o total de colecta em IRS foi de 16.9 mil milhões de euros ([fonte](https://www.pordata.pt/portugal/receitas+fiscais+e+contribuicoes+sociais+das+administracoes+publicas-3749)). O IRS é o maior asfixiador da classe média e das pessoas que realmente trabalham neste país, e podia muito bem ser aliviado de uma forma significativa sem isso significar cortes na saúde ou educação e outros sectores essenciais.

    O que faz falta a Portugal não é mais dinheiro, é gestão competente daquilo que tem. Se houvesse mais dinheiro, seria simplesmente mais uma montanha dele para queimar e distribuir por amigos. Somos governados por incompetentes há décadas, e gostamos tanto que lhes vamos dar mais uma vitória daqui a uns meses. Os portugueses têm o que merecem.

  2. Eu não vou andar a cascar nisso pq não sei o que são as “despesas excepcionais” vai na volta e até é algo importante, mas como tenho pouco tempo só li o princípio do artigo e vi isto:

    “Destes, 3 mil milhões vão para participações em empresas públicas falidas”

    “Destes, 3 mil milhões vão para participações em empresas públicas falidas. Acrescem 5 mil milhões para créditos perdulários a entidades nocivas como a Parvalorem, o cemitério de activos tóxicos do malfadado BPN [Banco Português de Negócios], que já nos deve 5 mil milhões (irrecuperáveis)”

    Acho que não preciso de dizer mais nada…

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