A Campos funcionava desde 1886 e foi frequentada por personalidades como Fernando Pessoa e Almada Negreiros.

by night-mail

6 comments
  1. >Segundo a proprietária que arrendava o espaço, o contrato termina “por incumprimento do arrendatário” que pagava 2.900€ mensais. A barbearia teria, segundo a Coporgest, mais de 13 mil euros em dívida.

    >A empresa, que terminou a reabilitação do edifício em 2016, aumentou o valor da renda para 1.000€, que seriam gradualmente aumentados anualmente em 27 por cento, revela a “Time Out”.

    Pois, porque será…

  2. Pelo menos vamos ter mais uma loja de conveniência paquistanesa ou de latas de sardinhas modernas.

  3. Uma das últimas Barbearias à antiga! Que faz parte das “lojas com história” promovida pela CML… 🙁 Agora opções com barbeiros de qualidade ali perto só a barbearia Belarmino ou a Oliveira.

  4. Acho pena a perda histórica, mas por outro lado percebo.
    Fui lá umas vezes antes e durante a pandemia e honestamente deixou mau sabor na boca da última vez que lá fui.
    Das primeiras, era atendido por um jovem tuga, super simpático e paguei 17 ou 19€ por corte +barba.
    Quando lá fui durante a pandemia já não lá trabalhavam/reformaram-se os barbeiros bons e fiquei com um brasileiro (nada contra), que após me cortar o cabelo me cobrou 27€.
    Eu perguntei o porque da súbida de preço e ele diz que sempre foi esse preço.

    Eu que já frequentei o barbeiro umas vezes sabia que não era verdade e ele mostra-me uma tabela de preços de 2016 que estava riscada onde dizia 27€.
    Paguei e nunca mais lá fui.

    Acho uma pena, é um sitio bem histórico e as conversas que lá tive foram sempre boas.

  5. Ia lá desde que trabalhava na zona, há mais de 10 anos. Já não era a mesma há muito tempo.

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