Catarina Martins afirma que “o IRC é um imposto que poucas empresas pagam”. Tem razão? [Falso]

15 comments
  1. Boa partilha. Assim toda a gente fica a saber que **40%** das empresas não pagam IRC.

    Por isso a frase da Catarina Martins está errada mas aposto que a maior parte das pessoas não achava que fosse um numero tão grande.

    Certamente não o saberiam visto que sempre que se fala de impostos e reduzir impostos e não sei que dão-me sempre exemplos como o café ou o restaurante da familia ou a pme de esquina.

  2. Isso está mais que estudado academicamente. As empresas mantém o IRC dentro de “valores controlados”.

    [Este estudo por exemplo](http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0186-10422018000300970) prova que existe correlação entre a taxa nominal e a taxa efetiva, mas que quanto maior o crescimento da taxa nominal, maior a diferença para a taxa efetiva, crescendo a ritmos diferentes.

    O IRC não é, nem nunca foi, a razão para o fraco crescimento do país, e estar a discutir a diminuição da taxa de IRC quando a mesma é de 21% (para muitas empresas 17%) é só mandar areia para os olhos dos portugueses.

    Edit: typo

  3. A Catarina Martins apoia uma injeção de capital na TAP que representa 80% do IRC pago por todas as empresas Portuguesas em 2020.

    Quem é que quer saber do que ela diz?

  4. Ela não deveria ter espaço para discutir economia ou política em qualquer país minimamente sério.

  5. Quase tudo que sai da boca desta mulher é mentira ou um exagero.

    Não sei nem percebo o quão burros os Portugueses são para continuarem a votar na palhaçada que é o BE

  6. A realidade é que as nossas empresas são de pequenas dimensões, empresas familiares e poucas querem levar os seus negócios para o próximo patamar.
    Levam uma vida confortável, usam a empresa para despesas pessoais, etc.

    Quando no apuramento de impostos vêm que têm de pagar cerca de 17%/21% tentam diminuir esse impacto arranjando despesas entre outras coisas…
    Mas se olharmos para os últimos anos, nem foi o caso, muitas setores tiveram sérias dificuldades para se manterem no ativo.

  7. Se 90 e tal % das empresas em portugal são micro e pequenas empresas, não é dificil de perceber que se calhar pelo menos 80% são cafés, retrosarias, cabeleireiros, modistas, drogarias, quiosques, etc… a maior parte dessas pessoas é empresário-funcionário.

    Mas para a CM e grande parte da esquerda (onde incluo o putativo lider do PS PNS) é tudo GRANDE CAPITAL e não pagam impostos.

  8. Votar na Catarina Martins é votar como se estivéssemos em 1974. O Comunismo e socialismo de governos totalitários morreu…basta olhar onde eles existem e constatar a degradação económica e social. Temos de caminhar para governos mais liberais, de forma a preservar a liberdade individual e caminhar para um país mais estável financeiramente que tem como resultado maior justiça social.

  9. Esta é mais uma análise complicada do polígrafo. Se analisarem a frases ipsis verbis, é verdade que é falso.

    Mas muitas vezes falamos e transmitimos uma ideia mais geral para além das palavras específicas usadas e aí é diferente.

    O que a Catarina quer dizer é que muito poucas empresas pagam um valor de IRC significativo. Pode haver 60% de empresas a pagar IRC mas são valores de lucro residuais e portanto pouco imposto pagam. É essa a ideia da frase dela e isso é verdade.

    O IRC no total é pago por um topo de empresas que não consegue “fugir” tipo Galp, EDP e o resto são peaners. Mesmo no contexto geral do orçamento do estado o IRC é pouco dinheiro no contexto geral.

    A maior parte das empresas declara lucros e paga IRC apenas porque se tens prejuízos começas a ter problemas com tributações autónomas e afins. Portanto declaram umas centenas de lucro apenas. É sempre esse o objectivo dos contabilistas.

    Pessoalmente é por isso que, mesmo não concordando, não me importo com as propostas de baixar o IRC. Já no tempo do durão e do seu choque fiscal que nunca foi feito eu era a favor de se deixar fazer isso e depois logo se analisa.

    Acredito que a medida não resulta mas a diferença para o orçamento de estado é pequena, podemos arriscar testar isso.

    Dou ao polígrafo um “descontextualizado”.

  10. epah eu nem gosto de ser porco nem nada, e nem tem nada a ver com o IRC, mas eu fazia a Catarina na boa, se ela quisesse claro

    obs: nao voto BE

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