Boa partilha. Assim toda a gente fica a saber que **40%** das empresas não pagam IRC.
Por isso a frase da Catarina Martins está errada mas aposto que a maior parte das pessoas não achava que fosse um numero tão grande.
Certamente não o saberiam visto que sempre que se fala de impostos e reduzir impostos e não sei que dão-me sempre exemplos como o café ou o restaurante da familia ou a pme de esquina.
Isso está mais que estudado academicamente. As empresas mantém o IRC dentro de “valores controlados”.
O IRC não é, nem nunca foi, a razão para o fraco crescimento do país, e estar a discutir a diminuição da taxa de IRC quando a mesma é de 21% (para muitas empresas 17%) é só mandar areia para os olhos dos portugueses.
Edit: typo
Estou a ver que os debates é para ver quem é mais aldrabão
A Catarina Martins apoia uma injeção de capital na TAP que representa 80% do IRC pago por todas as empresas Portuguesas em 2020.
Quem é que quer saber do que ela diz?
Ela não deveria ter espaço para discutir economia ou política em qualquer país minimamente sério.
Quase tudo que sai da boca desta mulher é mentira ou um exagero.
Não sei nem percebo o quão burros os Portugueses são para continuarem a votar na palhaçada que é o BE
A realidade é que as nossas empresas são de pequenas dimensões, empresas familiares e poucas querem levar os seus negócios para o próximo patamar.
Levam uma vida confortável, usam a empresa para despesas pessoais, etc.
Quando no apuramento de impostos vêm que têm de pagar cerca de 17%/21% tentam diminuir esse impacto arranjando despesas entre outras coisas…
Mas se olharmos para os últimos anos, nem foi o caso, muitas setores tiveram sérias dificuldades para se manterem no ativo.
Se 90 e tal % das empresas em portugal são micro e pequenas empresas, não é dificil de perceber que se calhar pelo menos 80% são cafés, retrosarias, cabeleireiros, modistas, drogarias, quiosques, etc… a maior parte dessas pessoas é empresário-funcionário.
Mas para a CM e grande parte da esquerda (onde incluo o putativo lider do PS PNS) é tudo GRANDE CAPITAL e não pagam impostos.
Mas alguém ainda vota BE?
Votar na Catarina Martins é votar como se estivéssemos em 1974. O Comunismo e socialismo de governos totalitários morreu…basta olhar onde eles existem e constatar a degradação económica e social. Temos de caminhar para governos mais liberais, de forma a preservar a liberdade individual e caminhar para um país mais estável financeiramente que tem como resultado maior justiça social.
Os políticos são nojentos.
Mentirosa.
Esta é mais uma análise complicada do polígrafo. Se analisarem a frases ipsis verbis, é verdade que é falso.
Mas muitas vezes falamos e transmitimos uma ideia mais geral para além das palavras específicas usadas e aí é diferente.
O que a Catarina quer dizer é que muito poucas empresas pagam um valor de IRC significativo. Pode haver 60% de empresas a pagar IRC mas são valores de lucro residuais e portanto pouco imposto pagam. É essa a ideia da frase dela e isso é verdade.
O IRC no total é pago por um topo de empresas que não consegue “fugir” tipo Galp, EDP e o resto são peaners. Mesmo no contexto geral do orçamento do estado o IRC é pouco dinheiro no contexto geral.
A maior parte das empresas declara lucros e paga IRC apenas porque se tens prejuízos começas a ter problemas com tributações autónomas e afins. Portanto declaram umas centenas de lucro apenas. É sempre esse o objectivo dos contabilistas.
Pessoalmente é por isso que, mesmo não concordando, não me importo com as propostas de baixar o IRC. Já no tempo do durão e do seu choque fiscal que nunca foi feito eu era a favor de se deixar fazer isso e depois logo se analisa.
Acredito que a medida não resulta mas a diferença para o orçamento de estado é pequena, podemos arriscar testar isso.
Dou ao polígrafo um “descontextualizado”.
epah eu nem gosto de ser porco nem nada, e nem tem nada a ver com o IRC, mas eu fazia a Catarina na boa, se ela quisesse claro
15 comments
O Anacleto não passou o texto bem….
Boa partilha. Assim toda a gente fica a saber que **40%** das empresas não pagam IRC.
Por isso a frase da Catarina Martins está errada mas aposto que a maior parte das pessoas não achava que fosse um numero tão grande.
Certamente não o saberiam visto que sempre que se fala de impostos e reduzir impostos e não sei que dão-me sempre exemplos como o café ou o restaurante da familia ou a pme de esquina.
Isso está mais que estudado academicamente. As empresas mantém o IRC dentro de “valores controlados”.
[Este estudo por exemplo](http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0186-10422018000300970) prova que existe correlação entre a taxa nominal e a taxa efetiva, mas que quanto maior o crescimento da taxa nominal, maior a diferença para a taxa efetiva, crescendo a ritmos diferentes.
O IRC não é, nem nunca foi, a razão para o fraco crescimento do país, e estar a discutir a diminuição da taxa de IRC quando a mesma é de 21% (para muitas empresas 17%) é só mandar areia para os olhos dos portugueses.
Edit: typo
Estou a ver que os debates é para ver quem é mais aldrabão
A Catarina Martins apoia uma injeção de capital na TAP que representa 80% do IRC pago por todas as empresas Portuguesas em 2020.
Quem é que quer saber do que ela diz?
Ela não deveria ter espaço para discutir economia ou política em qualquer país minimamente sério.
Quase tudo que sai da boca desta mulher é mentira ou um exagero.
Não sei nem percebo o quão burros os Portugueses são para continuarem a votar na palhaçada que é o BE
A realidade é que as nossas empresas são de pequenas dimensões, empresas familiares e poucas querem levar os seus negócios para o próximo patamar.
Levam uma vida confortável, usam a empresa para despesas pessoais, etc.
Quando no apuramento de impostos vêm que têm de pagar cerca de 17%/21% tentam diminuir esse impacto arranjando despesas entre outras coisas…
Mas se olharmos para os últimos anos, nem foi o caso, muitas setores tiveram sérias dificuldades para se manterem no ativo.
Se 90 e tal % das empresas em portugal são micro e pequenas empresas, não é dificil de perceber que se calhar pelo menos 80% são cafés, retrosarias, cabeleireiros, modistas, drogarias, quiosques, etc… a maior parte dessas pessoas é empresário-funcionário.
Mas para a CM e grande parte da esquerda (onde incluo o putativo lider do PS PNS) é tudo GRANDE CAPITAL e não pagam impostos.
Mas alguém ainda vota BE?
Votar na Catarina Martins é votar como se estivéssemos em 1974. O Comunismo e socialismo de governos totalitários morreu…basta olhar onde eles existem e constatar a degradação económica e social. Temos de caminhar para governos mais liberais, de forma a preservar a liberdade individual e caminhar para um país mais estável financeiramente que tem como resultado maior justiça social.
Os políticos são nojentos.
Mentirosa.
Esta é mais uma análise complicada do polígrafo. Se analisarem a frases ipsis verbis, é verdade que é falso.
Mas muitas vezes falamos e transmitimos uma ideia mais geral para além das palavras específicas usadas e aí é diferente.
O que a Catarina quer dizer é que muito poucas empresas pagam um valor de IRC significativo. Pode haver 60% de empresas a pagar IRC mas são valores de lucro residuais e portanto pouco imposto pagam. É essa a ideia da frase dela e isso é verdade.
O IRC no total é pago por um topo de empresas que não consegue “fugir” tipo Galp, EDP e o resto são peaners. Mesmo no contexto geral do orçamento do estado o IRC é pouco dinheiro no contexto geral.
A maior parte das empresas declara lucros e paga IRC apenas porque se tens prejuízos começas a ter problemas com tributações autónomas e afins. Portanto declaram umas centenas de lucro apenas. É sempre esse o objectivo dos contabilistas.
Pessoalmente é por isso que, mesmo não concordando, não me importo com as propostas de baixar o IRC. Já no tempo do durão e do seu choque fiscal que nunca foi feito eu era a favor de se deixar fazer isso e depois logo se analisa.
Acredito que a medida não resulta mas a diferença para o orçamento de estado é pequena, podemos arriscar testar isso.
Dou ao polígrafo um “descontextualizado”.
epah eu nem gosto de ser porco nem nada, e nem tem nada a ver com o IRC, mas eu fazia a Catarina na boa, se ela quisesse claro
obs: nao voto BE