1 – com o aumento das taxas de juro, podemos ficar numa posição perigosa ao ter uma dívida tão elevada.
2 – Numa altura de eleições, ter partidos que insistem num aumento do financiamento “cego” em algumas áreas do país é mais relevante que nunca. Porque esse financiamento ou vem de receita fiscal ou de contração de dívida pública.
Em 2020 já estava em 135% do PIB
YES!!!
olhem p’ró pib, não olhem para os 23ºC em pleno inverno. pensem no pib, atentem ao pib, foquem-se no pib, no pib, no pib…
no pib…
Portanto, parabéns ao Costa por ser o unico a baixar divida desde 2001?
Será que aconteceu alguma coisa em 2001, tipo, sei lá, termos aderido ao Euro?…
Está toda a gente a esquecer-se que isto deu um pulo quando veio a troika?
Mas qual é a surpresa aqui? Acabamos estrangulados pela crise mundial e tivemos que pedir dinheiro emprestado.
Repara em que ano houve o salto. Meter estes dados aqui sem contexto é simplesmente desonesto. E até já estávamos a recuperar depois de atingir os 135%, mas depois veio o COVID e não houve grande hipótese.
Como dizia o outro: “as dívidas não são para pagar”! Viva a festa!
2001: entrada no Euro.
2008: crise sub-prime nos EUA.
Tivéssemos um país mais autosuficiente e sem a mania das grandezas e podíamos controlar melhor estes números.
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Tema importante por 2 motivos:
1 – com o aumento das taxas de juro, podemos ficar numa posição perigosa ao ter uma dívida tão elevada.
2 – Numa altura de eleições, ter partidos que insistem num aumento do financiamento “cego” em algumas áreas do país é mais relevante que nunca. Porque esse financiamento ou vem de receita fiscal ou de contração de dívida pública.
Em 2020 já estava em 135% do PIB
YES!!!
olhem p’ró pib, não olhem para os 23ºC em pleno inverno. pensem no pib, atentem ao pib, foquem-se no pib, no pib, no pib…
no pib…
Portanto, parabéns ao Costa por ser o unico a baixar divida desde 2001?
Será que aconteceu alguma coisa em 2001, tipo, sei lá, termos aderido ao Euro?…
Está toda a gente a esquecer-se que isto deu um pulo quando veio a troika?
Mas qual é a surpresa aqui? Acabamos estrangulados pela crise mundial e tivemos que pedir dinheiro emprestado.
https://pt.countryeconomy.com/governo/divida/portugal
Repara em que ano houve o salto. Meter estes dados aqui sem contexto é simplesmente desonesto. E até já estávamos a recuperar depois de atingir os 135%, mas depois veio o COVID e não houve grande hipótese.
Como dizia o outro: “as dívidas não são para pagar”! Viva a festa!
2001: entrada no Euro.
2008: crise sub-prime nos EUA.
Tivéssemos um país mais autosuficiente e sem a mania das grandezas e podíamos controlar melhor estes números.