António Costa, secretário geral do Partido Socialista, num frente a frente com Catarina Martins, coordenadora nacional do Bloco de Esquerda. Um debate para assistir para que lado da linha cai: se para a troca de acusações sobre a agora falhada geringonça e a suposta irredutibilidade do BE; ou se para um tom mais morno que permita uma reedição de uma maioria de esquerda.

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19 comments
  1. Antonio Costa a expor sem dó a irresponsabilidade do be. Parece-me que à esquerda nestas eleições, o melhor será mesmo um voto no livre

  2. Bem, já perdi o debate todo. Já está a acabar e ainda são 20:50.

    Estes horários estão todos fodidos. Lá vou ter de “rebobinar a cassete”

  3. Acho que deste debate se podem tirar algumas ilações:

    – A Catarina Martins está preparadissima para estes debates e conhece bastante bem o estado da governação de Portugal, certamente melhor que qualquer outro opositor do Costa.

    – O Costa (e algum PS, pelo menos) já estavam à procura de uma maioria absoluta hà muito tempo, e hoje atirou tudo o que podia como desculpa para não ter negociado.

    – Fel, deve ser mesmo os orçamentos aprovados para depois serem cativados.

  4. Penso que o debate estava a correr bem a Catarina Martins, o que obrigou AC a usar o às de trunfo da irresponsabilidade do BE em querer gastar 30 mil milhões a recomprar as maiores empresas nacionais. Na primeira metade do debate ficou explicito que foi o PS que optou por empurrar o país para eleições em busca de maioria absoluta.

  5. Resumo: Catarina Martins não se entendeu com PS pois tinha exigências irresponsáveis para aprovar o OE que punham em causa a sustentabilidade da segurança social. Existe desgaste e não se prevê que se passem a entender. Cada vez me parece que a direita tem hipóteses – pelo menos PSD IL e CDS são capazes de se entender

  6. O António Costa esteve muito menos agressivo com a Catarina Martins, anteriormente tinha golpeado sem piedade o Jerónimo de Sousa mas ontem esteve muito mais sorridende e muito menos tenso, dá que pensar, é óbvio que interessa ao PS um PCP fraco com pouca capacidade de negociação, hoje entra em ação João Oliveira, vamos ver se Rui Rio tem ginga para fugir aos golpes.

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