Dar continuidade ao crescimento sustentado da Alloga Portugal. Foi este o repto lançado a Pedro Pereira, que assumiu recentemente as funções de diretor-geral da empresa. Um convite que o trouxe de regresso ao país, após 15 anos no estrangeiro e que surge no ano em que cumpre três décadas no setor farmacêutico.
Em declarações à SCM, dá conta de que o objetivo é reforçar a posição da Alloga enquanto “parceiro de referência” na logística farmacêutica, continuando a entregar “um serviço de excelência” aos clientes, e a acompanhar as tendências do setor, com foco na inovação, eficiência e sustentabilidade.
Pedro Pereira entra na Alloga numa altura em que – diz – a empresa está a atravessar uma fase de transformação e crescimento, tanto a nível tecnológico como operacional. “Estamos a investir em soluções inovadoras, digitalização e otimização de processos, com o objetivo de aumentar a nossa capacidade de resposta num mercado cada vez mais exigente. É um momento determinante porque estamos a preparar o futuro da empresa, garantindo que continuamos a oferecer valor acrescentado aos nossos parceiros e ao setor como um todo”, sublinha.
Esta fase da empresa coincide com um momento em que a própria logística farmacêutica enfrenta desafios específicos, sobretudo o de garantir
a agilidade e resiliência das cadeias logísticas, num contexto de grande volatilidade e pressão regulatória. “A crescente complexidade dos produtos, como os medicamentos biológicos ou as terapias personalizadas, exige uma logística altamente especializada. Além disso, há uma necessidade crescente de integração tecnológica e sustentabilidade ambiental em todos os processos logísticos. Mas vejo esses desafios como oportunidades de inovação e de diferenciação para quem está preparado para os abraçar”, argumenta.
Do ponto de vista pessoal, trabalhar num setor com impacto direto na vida das pessoas é “particularmente gratificante”: “Saber que o nosso trabalho contribui para que medicamentos e produtos de saúde cheguem às mãos de quem mais precisa, de forma segura e atempada, é altamente motivador”, comenta, acrescentando que, além disso, é um setor dinâmico, em constante evolução, com exigências muito específicas, o que desafia a estar sempre um passo à frente.
A mudança para a Alloga Portugal acontece quando celebra 30 anos no setor farmacêutico. A sua carreira – afirma – tem sido marcada por grandes desafios em diversas empresas, sendo que os últimos 15 anos foram vividos fora de Portugal. Residiu em nove países, ainda que a sua base tenha estado “fortemente” ligada à Alemanha.
Mais de 15 anos depois, regressa a Portugal, a convite do grupo Cencora/Alloga, para assumir as funções de presidente executivo do Conselho de Administração e de diretor-geral da Alloga Portugal. Integra ainda a equipa de liderança europeia da Alloga.