COWs são estações de telecomunicações móveis montadas em camiões ou reboques, utilizadas para fornecer cobertura celular temporária (2G a 5G) em eventos de grande escala ou em situações de emergência/desastres naturais.

Permitem restabelecer rapidamente o sinal onde a infraestrutura permanente foi danificada ou é inexistente.

Não sou da área de telecomunicações e redes mas conhece as COWS (Cell on Wheels)

Porquê é que não estão a ser levadas para Leiria e aonde são precisas e estão paradas?

Elas normalmente estou em festivais ou concertos de grande escala. Será que as operadoras não conseguem olhar para o país e ajudar-nos?




UpstairsNeighbor1595

14 comments
  1. Provavelmente porque não é comum desastres desta natureza em Portugal

  2. Na Marinha Grande está uma instalada nos Bombeiros. Sei que nesse dia instalaram 3 no distrito na sexta feira, não me lembro ao certo onde.

    Só pecaram por não terem chegado mais cedo. Acho que era importante repor as comunicações bem mais cedo.

  3. Nos festivais e eventos semelhantes há sempre antenas destas, por isso elas existem em Portugal. Não sei como não foram instaladas logo no momento zero. 

  4. Tuga médio, de repente especialista do tópico quente do momento, longe dos problemas: *não sei porque não se faz x-y-z*

    Pessoas no terreno: está a ser feito.

  5. Estão a ser instaladas torres provisórias nos sítios mais afetados.ontem em Figueiró dos vinhos foram instaladas duas,na sexta feira em Pedrogão grande..mas atenção cada torre faz apenas uma operadora…

  6. O problema não está em usar ou não CoW, o problema está em que há meses atrás provaste a falência do SIRESP, entretanto já lá injectaste mais 7 milhões, e a coisa continua igual ou pior …

    Espera até descobrires que a rede de apoio de comunicação de dados alternativo ao SIRESP ( Lisboa -> Coimbra -> Porto ) ainda assenta em canais RDSI .

  7. Ja varias ja montadas pelo distrito, como aliás já aqui referiram. Nao divulgue mentiras. Podemos duscutir se deveriam existir mais, mas wue nao estao em uso, é falso.

  8. já me perguntei do mesmo, já que em festivais de música em Lisboa é normal haver para reforçar as comunicações em locais saturados de gente..

  9. Como já foi dito, já existem algumas montadas pelo país.

    É preciso perceber que o número de soluções destas é limitado, pois os eventos normais não acontecem todos ao mesmo tempo. As operadoras não têm 50 soluções destas no armazém à espera que uma catástrofe destas aconteça.

    É também preciso perceber que normalmente estas soluções utilizadas nos festivais utilizam fibra óptica para fazer a ligação ao resto da rede de telecomunicações. A rede de fibra óptica também sofreu e por isso terá que se usar outro tipo de soluções, como feixes hertzianos. Mais uma vez as operadoras não têm a quantidade necessária para este tipo de catástrofe. Para além disso para se usar comunicações sem fios, como os FH que mencionei, estes têm que ter linha de vista para comunicar uns com os outros o que muita vezes não é possível.

    As operadoras estão a fazer o melhor que podem e a prioridade é restabelecer as comunicações em zonas com maior população e zonas de maior fragilidade.

    Vamos ter paciência e deixar as organizações trabalhar. Não é a mandar bitaites, sem conhecimento, no reddit que se resolve a situação.

  10. Estão a ser usadas.

    [https://eco.sapo.pt/2026/01/29/kristin-operadoras-tentam-repor-comunicacoes-com-torres-moveis-e-geradores/](https://eco.sapo.pt/2026/01/29/kristin-operadoras-tentam-repor-comunicacoes-com-torres-moveis-e-geradores/)

    >Embora persistam as dificuldades na reposição da rede móvel — dados os danos físicos graves provocados pela intempérie —, a Vodafone fez deslocar para a cidade de Leiria, em articulação com a Proteção Civil, **duas estações base móveis** para reposição e reforço de cobertura em locais considerados estratégicos.

    Só que isto é uma gota de água no oceano de torres fixas que ficaram fora de serviço.

  11. Quarta feira a tarde vi 4 unidades desse género da NOS a ser rebocadas, em passagem por Lisboa, a entrar na A8.

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