Inês Bichão relatou “perseguição” em 2025. MP arquivou


PauloGonzo

12 comments
  1. Se o MP arquivou foi porque não encontrou fundamento na denúncia porque nem toda a denúncia é válida.

    Edit: Se ela desistiu, o desfecho é igual.

  2. A gaja é visualmente apelativa e não faltam cá rebarbados, especialmente após a vaga de imigração indostânica, pelo que é muito plausível.

    Mas isto não tem nada a ver com a situação do Cotrim, pelo que não se percebe a relevância.

  3. Ela é de direito e é uma mulher, só tem a informação e o saber para agir sobre toda a merda que qualquer mulher passa.

  4. “…nem foi notificada do arquivamento…” sensasionalismo de merda. Perseguição é um crime semi-publico, depende de queixa da vítima, ora se nem queixa houve, estavam à espera do quê exatamente? “Olha Inês vamos arquivar o Inquérito que não abriste, beijinhos”?

  5. Isto é o quê? Um artigo encomendado?

    A rapariga nunca apresentou queixa, mas agora estão a trazer tudo à baila?

    Estou a ver é que o objetivo é expor a vida da rapariga…

  6. A malta aqui a defender a mulher porque não apresentou queixa, vou deixar aqui o excerto final da notícia, só não apresentou queix porque o homem provou a sua inocência no local. Ainda assim teve boleia para casa a conta dos contribuintes.

    Quando os agentes chegaram, o suspeito estava no parque estacionamento. O agente da PSP que elaborou o auto confrontou-o com o relato de Inês Bichão, tendo este dito “não saber o que se estaria a passar, que apenas se encontrava a fazer compras.”

    O agente questionou o homem, de 48 anos, com possíveis filmagens ou fotografias de Inês Bichão, de 30 anos, que estivesse eventualmente a fazer. “De livre e espontânea vontade”, o suspeito entregou o telemóvel naquele momento, “tendo sido possível verificar que lá não se encontrava qualquer tipo de filmagem ou imagem efetuada”, lê-se também no auto de notícia consultado pelo Observador.

    Descrevendo a sua versão daquela noite, afirmou que a situação até lhe parecia “uma armadilha”, embora tenha apontado maiores responsabilidades à segurança do supermercado do que à jurista.

    “Estava no supermercado a mexer no telemóvel e houve uma altura em que inclinei o telefone e isso se calhar levou o segurança a achar que lhe estava a tirar fotos. Nem tudo o que parece, é”, frisou. Para o suspeito, não houve qualquer movimento atrás de Inês Bichão, apenas coincidiu terem estado no corredor central e no corredor da fruta daquela superfície comercial.

  7. O Cotrim já processou? Temos provas disso? Vai haver apresentação de provas?

    Quem é que acha que NAO vai haver processo nenhum?

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