https://www.europarl.europa.eu/news/en/press-room/20260116IPR32443/european-parliament-condemns-iran-s-brutal-repression-of-protesters

https://howtheyvote.eu/votes/184027

Todos os eurodeputados portugueses que estiveram na sessão de plenário votaram a favor da proposta de resolução que condena a brutal repressão dos manifestantes no Irão, tirando a deputada do Bloco de Esquerda, pertencente ao grupo pan-europeu The Left, Catarina Martins, que se absteve.




SantoInverno

16 comments
  1. É aquela coerência que os mais vocais protestantes modernos nos têm habituado.

  2. E depois têm a lata de vir falar em lados da democracia vs autocracia

  3. Todos muito superiores morais. A ralé é que tem de ser educada.

  4. Tal como muitos outros, era envia-la para lá. De pára-quedas.

  5. Convém anexar a explicação da dita cuja: “Leu o texto? Fosse o conteúdo o que diz o título e eu teria votado a favor. Não era. Era propaganda. E, hipocrisia máxima, foram chumbadas as emendas para garantir que refugiados iranianos pudessem permanecer na Europa. Crueldade e propaganda cada um come a que quer. Eu não quero”

  6. Já tinha perdido a esperança que fossem organizar uma floatilha ou algo do género, mas agora nem sequer reprimirem a ditadura que anda a assassinar pessoas que querem ser livres é mesmo expôr o que esta gente é.

  7. A União Europeia preocupada com repressão? A mesma que não condena Israel? Especialmente quando estes protestos estão a chamar para o regresso de um monarca ditador apoiado pelos EUA e Israel? Vocês que odeiam todos os países árabes agora vêm defender a União Europeia 🤣🤣

  8. A mostrar aquilo que é a favor. Os verdadeiros autoritários é esta esquerda relés.

  9. Sempre gostei da Catarina mas é por estas que se nota que o BE está todo ideologicamente capturado

  10. Abstenção não devia ser possível. Ou é sim ou sopas. Devia ser assim foda-se

  11. Não é surpreendente. O comunismo e a esquerda radical tem uma longa história de repressão de movimentos democráticos pelo uso da força, os tanques soviéticos em vários países do leste da Europa, a China em vários momentos pós 1949, os Khmer Rouge no Camboja, etc.

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