Lead: INEM foi chamado para 60 partos em meios de emergência e 23 na via pública em 2025. Norte e Alentejo com menos casos. Não são as distâncias, é a falta de seguimento, justifica Caldas Afonso.




VicenteOlisipo

8 comments
  1. Isto anda pela hora da morte, não há dúvidas disso, mas mostrem números e não percentagens.

    Se o ano passado tivesse acontecido um e este ano dois, seria um aumento de 100%. Nestas situações, números são muito mais representativos.

    E eu sei que vão dizer “basta abrir a notícia”, mas infelizmente, para muita gente o título é a única parte da notícia que vão ver.

  2. O Luís e a Ana Paula a trabalhar bem. Partos on-the-go.

  3. Última hora: Luís Montenegro anuncia que “Ambulância” passa a contar como “Local de nascimento” no Registo Civil desde que o número correto da ambulância seja fornecido.

  4. Se eu fosse um líder **de um outro partido qualquer**, lia ao Montenegro exatamente o mesmo discurso que ele teve com a Temido. Podia ser que ele caísse na reflexão e fazer como ele sugeriu ao Costa e se despedisse.

    Não é que o PS seja brilhante e perfeito, mas a hipocrisia é estonteante.

  5. Mas porquê? Pelo que dá para ler, dizem que não é pelas distâncias. E realmente é em zonas com mais hospitais. Ainda pensei se seriam pessoas de longe a ter que se deslocar para a capital. Ou andam pessoas de um lado para o outro para encontrar onde podem fazer o parto? Sabemos que houve casos desses, mas 114%? Entrar em trabalho de parto nem deveria ser motivo para ambulância.

  6. eles durante a campanha juravam que reaolviam os problemas da saúde  em 3 meses. Não explicavam bem como, mas juravam que sim….. aqui estamos…..

  7. Oh, só 114%? Isso é um erro de arredondamento, chamem-me quando se notar mesmo que as coisas estão mal.

    Continuem a votar nos mesmos 🤡.

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