A negociação foi conduzida pela galeria nova-iorquina Luhring Augustine e comemorada pelo Instituto Tunga como marco importante na preservação da obra do artista. A peça, que completa 50 anos em breve, já circulou por exposições em Nova York, Flórida e, mais recentemente, no Brasil, onde foi destaque na mostra Conjunções Magnéticas, no Itaú Cultural, em 2022.

Pernambucano de Palmares, Tunga (1952–2016) estreou no circuito artístico aos 18 anos, no MAM Rio, e entrou para a história em 2005 como o primeiro brasileiro a expor no Louvre, com a instalação À la Lumière des Deux Mondes. Com passagens marcantes por Cannes, onde recebeu a Palma de Ouro, e prêmios como APCA e Jabuti no currículo, tem obras em acervos de peso: MoMA, Tate, Centre Pompidou, Guggenheim Veneza… e agora, também, o MCA Chicago.

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