Matthew Rhys em “O Monstro em Mim”
Boa tarde,
“O Monstro em Mim” / “The Beast in Me” (oito episódios na Netflix) vem lembrar de novo que a nossa língua não está preparada para o mundo do streaming. A série é, acima de qualquer outra coisa, engaging, para ser visionada em duas ou três sessões de binging, até consegue não convidar demasiado ao second screening. Ou seja, a série agarra-nos bem, é daquelas para assistir de seguida, sem que se sucumba demasiado à distração de ir espreitar o telemóvel.
Também é daquelas que mais parecem inspiradas num caso real, talvez um daqueles antigos que têm vindo a ser recuperados por podcasts e depois chegam à televisão. E não é. Como não é uma adaptação de um livro, daqueles vendidos nos aeroportos com capas sugestivas. É um original para a Netflix, para catalogar nas respostas a dar à pergunta “O que é que há aí de novo para ver?”.
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