Após reuniões que estão a juntar na Suíça ucranianos, americanos e europeus, o presidente Volodymyr Zelensky admitia que o plano americano para pôr fim à guerra com a Rússia poderia incluir as “perspetivas ucranianas”.


“Parece que as propostas americanas podem incluir uma série de elementos baseados nas perspetivas ucranianas e essenciais para os interesses nacionais da Ucrânia”, escreveu Zelensky na rede social X.


 


 


Em Genève encontram-se representantes dos Estados Unidos, responsáveis ucranianos e europeus, para afinar o plano americano de 28 pontos apresentados pelo presidente norte-americano no final da semana passada com vista a pôr fim ao conflito aberto com a invasão russa da Ucrânia.


O presidente dos Estados Unidos admitiu por seu lado que o plano de paz detalhado na sexta-feira não constitui uma proposta final e o secretário de Estado, Marco Rubio, assegura que o documento tem uma estrutura sólida para negociação. Rubio garante que se baseia em contribuições da Rússia e da Ucrânia.


O documento retoma várias exigências fundamentais da Rússia, nomeadamente que a Ucrânia lhe ceda territórios, aceite reduzir a dimensão do exército e renuncie à integração na NATO. Em contrapartida, oferece garantias de segurança ocidentais a Kiev para impedir novos ataques russos.


Os líderes da União Europeia reúnem-se amanhã em Angola para debater o plano. O encontro em Luanda decorre à margem da Cimeira Europa-África.


António Costa convidou os 27 líderes da União Europeia. O presidente deo Conselho Europeu pede o envolvimento de todos para garantir que uma paz futura.


c/ Lusa