Cláudio Ramos esteve recentemente no podcast de Mafalda Castro e Rui Simões, ‘Bate Pé’, e partilhou a história dos seus primeiros passos na televisão… E as curiosas exigências que a SIC lhe fez.

“Eu comecei em Portugal como comentador numa coisa que eram as ‘Noites Marcianas’ (…) Era feito pelo Carlos Cruz, primeira temporada, e segunda temporada, a Júlia [Pinheiro]. E eu entrei aí”, começou por contextualizar.

De seguida, explicou o que fez para entrar: “Eu fui entregar uma cassete ao Emídio Rangel… Eu sabia como era o programa, porque conheci em Espanha. Gravei uma cassete em VHS em casa com uma câmara, onde eu dizia por que é que eu deveria ir fazer aquele programa”.

“Entreguei na SIC, na portaria, quando cheguei a casa no Alentejo recebo um telefonema da produtora, que era a Paula Moura, a dizer ‘queríamos falar consigo’”, contou.

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No dia seguinte, o apresentador regressou a Lisboa e foi recebido com um recado direto do diretor de programas da altura da estação de Paço de Arcos.

“A mulher diz-me assim ‘olhe, o doutor Rangel há duas coisas que ele pede que é: para trabalhar terça-feira e para nunca mais usar camisola de gola alta canelada’”, revelou. E esclareceu o motivo da segunda exigência: “Porque o casting foi com uma camisola canelada, castanha… A mim fica-me péssimo. Nunca mais usei”.

Texto: Carolina Charrua; Fotos: Redes sociais e Impala

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