Segundo a autarquia local, o jovem entrou deliberadamente na área restrita depois de escalar várias estruturas de segurança. O caso está a ser investigado pela Secretaria do Meio Ambiente, que determinou o encerramento imediato do jardim zoológico para permitir a remoção do corpo e a recolha de informações.

De acordo com os primeiros relatos, Gerson escalou uma parede de mais de seis metros, ultrapassou as grades de proteção, subiu a uma árvore e conseguiu aceder ao interior do recinto que acolhe a leoa “Leona”.

A Câmara de João Pessoa indicou, num comunicado, que as equipas de segurança tentaram impedir a ação, mas o jovem terá agido de forma muito rápida, dificultando a tentativa de ajuda. O ataque ocorreu poucos instantes depois de o rapaz entrar na área reservada ao animal.

A administração do jardim zoológico sublinhou que o recinto cumpre integralmente a instrução normativa do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, que define os padrões de segurança obrigatórios para jardins zoológicos. As barreiras, garantem os responsáveis, superam os requisitos mínimos, contando com mais de dois metros adicionais e borda de 1,5 metros para evitar escaladas.

Apesar das normas e de todas as medidas de prevenção, a autarquia destacou que se tratou de uma “invasão insistente que acabou por resultar no desfecho trágico”, escreve a CNN Brasil.

As autoridades continuam a investigar as circunstâncias que levaram o jovem a entrar no espaço do animal. O zoológico permanece encerrado até conclusão dos procedimentos de segurança e apuramento dos factos.