“Na terça-feira (da semana passada) eu estava aqui no armazém e reparei que andava um grupo com umas 20 pessoas no souto, do qual tomo conta, a apanhar castanhas para baldes. Fui lá ter com elas e vi que eram uns búlgaros que moram aqui na aldeia. Eu perguntei-lhes quem vos mandou? Despejaram as castanhas que tinham nos baldes e um deu-me um murro no olho e fugiram do local”, descreveu Norberto Costa ao JN.