Um exemplo recente é a tendência de aplicar protetor solar apenas em algumas áreas do rosto para criar um “contorno natural”. Embora pareça inofensivo, essa prática expõe áreas desprotegidas da pele aos raios UV, aumentando o risco de queimaduras, manchas, envelhecimento precoce e, principalmente, câncer de pele.

“Práticas como essa mostram o quanto as redes sociais podem ser uma faca de dois gumes. Enquanto podem educar, também têm o potencial de propagar informações sem embasamento científico, colocando a saúde das pessoas em risco. Não há atalhos seguros quando o assunto é proteção solar”, alerta Rodrigo Pereira.

Outro mito perigoso que ganhou força nas redes é a ideia de que o protetor solar poderia causar câncer devido a substâncias químicas presentes em sua composição. Essa alegação, no entanto, não tem respaldo científico.