“No negócio do rent a car existem grupos muitos grandes. Nós quisemos uma coisa mais flexível, ágil, para se adaptar facilmente às mudanças do mercado, sempre com o foco no cliente”, diz Nuno Barjona, fundador e gerente da Tangerine, para quem esta é a fórmula vencedora para enfrentar a concorrência das multinacionais e cumprir a ambição de ser o maior operador 100% português num sector que vale uma faturação de €1,1 mil milhões por ano, com as grandes marcas a responderem por 60% desse valor.

SubscreverJá é Subscritor?Faça login e continue a lerInserir CódigoComprou o Expresso?Insira o código presente na Revista E para continuar a ler