Angélica é a convidada do videocast “Conversa vai, conversa vem” desta terça-feira (9), a partir das 18h, no canal do GLOBO no YouTube e nas redes sociais do jornal, além do Spotify. A apresentadora reflete, em entrevista à jornalista Maria Fortuna, no estúdio da redação do jornal, como a maturidade e o mergulho no autoconhecimento a permitiram se libertar da blindagem e encontrar a sua própria voz.
– Cresci na televisão, a minha voz sempre foi um pouco a voz do outro, das opiniões alheias. Hoje, depois de parar um pouco para entender quem sou eu, o que penso e o que sinto, tenho muito prazer em me colocar nas questões que acho importantes – afirma ela, que tem provocado discussões sobre temas que estão no centro do debate contemporâneo em seu programa “Angélica ao vivo”, no GNT e no Globoplay.
Angélica e o adesivo que reproduz sua pinta — Foto: Maria Fortuna
A apresentadora de 52 anos, que iniciou a carreira aos 4 anos, reconhece que ter vivido praticamente todas as mudanças da vida diante das câmeras a fez passar por elas meio batida, sem analisá-las.
Na entrevista, Angélica aparece sem filtro e sem censura, é Angélica para maiores analisando os ganhos e estragos dessa carreira mirim que a construiu, soltando o verbo sobre prazer feminino, vibrador e menopausa.
Ela não se furta a falar sobre política e do projeto de candidatura do marido, Luciano Huck, à presidência da República. Nem dos traumas e tragédias que enfrentou. Relata como falar a ajudou a se curar de um abuso sexual. Conta que um de seus maiores desafios têm sido educar filhos adolescentes no mundo das redes sociais.
E revela que, até amar a famosa pinta na perna que virou sua marca registrada, sentia mesmo era repulsa e vergonha. Detalhe: hoje, a pinta tem até médico próprio…