O Palácio de Versalhes aumentará o preço do ingresso para visitantes não europeus em 3 euros (19 reais), uma medida semelhante à anunciada pelo Museu do Louvre, informou a instituição à AFP nesta terça-feira (9).
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A partir de 14 de janeiro, cidadãos de fora do Espaço Econômico Europeu (EEE, que inclui a União Europeia, Islândia, Liechtenstein e Noruega) terão que pagar 35 euros (222 reais) para visitar a residência de Luís XIV, nos arredores de Paris, um aumento em relação aos atuais 32 euros (203 reais), representando um acréscimo de 9,4%.
Espera-se que essa medida gere uma receita adicional de 9,3 milhões de euros (59 milhões de reais) por ano, segundo as projeções baseadas no fluxo de 2024.
O Palácio de Versalhes recebeu 8,4 milhões de visitantes no ano passado, dos quais 83% eram estrangeiros.
Entre os maiores grupos de visitantes internacionais estão os dos Estados Unidos (15%), China e Itália (ambos com 6%), Brasil (4%) e México (3%), de acordo com o relatório anual do museu.
No final de novembro, o Museu do Louvre também decidiu aumentar o preço do ingresso para residentes de fora do Espaço Econômico Europeu (EEE). A partir de 14 de janeiro, eles terão que pagar 32 euros (203 reais), em vez dos atuais 22 euros (139 reais), o que representa um aumento de 45%.
De sala escondida do Louvre a coleção de rochas, três museus desconhecidos que valem a visita em Paris
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O belíssimo interior da Sala de Consultas de Gravuras e Desenhos do Museu do Louvre, em Paris — Foto: Dmitry Kostyukov/The New York Times
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A fachada da ala do Museu do Louvre onde fica a Sala de Consulta de Gravuras e Desenhos, uma parte pouco explorada do museu mais famoso da França — Foto: Dmitry Kostyukov/The New York Times
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O busto de mármore ‘Méduse’, do italiano Gian Lorenzo Bernini, faz parte da exposição da Sala de Consulta de Gravuras e Desenhos do Museu do Louvre, em Paris — Foto: Dmitry Kostyukov/The New York Times
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Uma gravura do século XVI do artista Baccio Bandinelli que é está exposta na Sala de Consulta de Gravuras e Desenhos do Museu do Louvre, em Paris — Foto: Dmitry Kostyukov/The New York Times
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Visitantes caminham entre os objetos expostos no Musée d’Ennery, em Paris — Foto: Dmitry Kostyukov/The New York Times
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A fachada do Musée d’Ennery, instalado numa mansão do século XIX perto de Bois de Boulogne, em Paris — Foto: Dmitry Kostyukov/The New York Times
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Parte da coleção de arte asiática do Musée d’Ennery, em Paris — Foto: Dmitry Kostyukov/The New York Times
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Visitantes no Museu de Mineralogia da École des Mines de Paris, que tem mais de cem mil objetos, sendo cinco mil em exibição — Foto: Dmitry Kostyukov/The New York Times
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Retirado da África do Sul, o diamante encravado numa rocha vulcânica é um dos destaques da coleção do Museu de Mineralogia da École des Mines de Paris — Foto: Dmitry Kostyukov/The New York Times
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As esmeraldas que já adornaram a coroa do imperador Napoleão III também fazem parte do acervo do Museu de Mineralogia da École des Mines de Paris — Foto: Dmitry Kostyukov/The New York Times
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Parte dos cinco mil objetos expostos no Museu de Mineralogia da École des Mines de Paris — Foto: Dmitry Kostyukov/The New York Times
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Visitantes no Museu de Mineralogia da École des Mines de Paris, que tem mais de cem mil objetos, sendo cinco mil em exibição — Foto: Dmitry Kostyukov/The New York Times
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