Um dos investigadores, Pascal Mignerey, destacou que uma câmara externa “havia filmado claramente a chegada dos ladrões, a instalação da plataforma elevatória, como dois ladrões subiram até à varanda e, alguns minutos mais tarde, a sua saída precipitada”. No entanto, ninguém estava a assistir a essas imagens ao vivo.

Quando um agente de segurança ativou a visualização das câmaras, “já era tarde demais, uma vez que os ladrões tinham deixado a galeria Apolo”, onde estavam as joias da Coroa roubadas, declarou Noël Corbin, diretor da Inspeção-Geral dos Assuntos Culturais, à Comissão de Cultura do Senado francês.

Após o roubo de oito joias do século XIX, avaliadas em mais de 100 milhões de dólares (88 milhões de euros), o Louvre teve de fechar uma das galerias devido a avarias.

Além disso, os funcionários convocaram uma greve para exigir a criação de novos postos de trabalho e prioridade às obras mais urgentes.