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Bombeiros e privados passam a transportar doentes urgentes e a formar os profissionais. INEM está a “refundar-se”.

O INEM – Instituto Nacional de Emergência Médica está em ano de mudanças. A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, já tinha admitido.

Sérgio Janeiro saiu, Luís Cabral entrou para a presidência. Embora o nome do instituto não tenha sido alterado, nem vá ser alterado.

A “refundação” desejada pelo Governo passa também por tirar de circulação as ambulâncias do INEM. Ou seja, os doentes urgentes deixarão de ser transportados pelas famosas ambulâncias amarelas.

Segundo o Expresso, as ambulâncias vão ser todas dos bombeiros e de privados. O INEM recebe os pedidos de socorro mas envia só as equipas, os profissionais.

Nesta fase, em Portugal, os bombeiros já respondem a 90% das chamadas – e vão ter de responder, no máximo, 8 minutos depois do pedido de ajuda.

Além da primeira avaliação de bombeiros e privados, e da estabilização, e se for preciso, passam à fase de suportes imediato (SIV) e avançado de vida (SAV).

Os profissionais serão formados por privados, entidades com certificação internacional.

No novo ano, o INEM terá também um novo sistema de informação.


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