As câmaras têm cada vez mais dificuldade em recrutar novos funcionários e segurar os técnicos experientes, sobretudo nas áreas da arquitetura, engenharia, informática e finanças. A carreira na administração local, que outrora era muito cobiçada por oferecer salário garantido e estabilidade para a vida, já não é aliciante para os jovens e para os profissionais mais qualificados. As remunerações são mais baixas do que no privado e na administração central e há muitos concursos de recrutamento municipal a ficarem vazios. Os quadros de pessoal dos maiores municípios e das capitais de distrito estão a envelhecer, apresentando uma média de idades a rondar os 50 anos.