O responsável era membro das forças de segurança do país, disseram fontes anónimas à Reuters
Dois soldados americanos e um intérprete morreram num ataque em Palmira, na Síria, anunciou este sábado o Pentágono.
Outras três pessoas ficaram feridas, disse também o porta-voz Sean Parnell. As vítimas estavam na Síria a apoiar operações de contraterrorismo, adiantou a mesma fonte.
Por sua vez, Pete Hegseth, secretário da Defesa dos EUA, anunciou que o atacante foi morto por forças aliadas.
“Que fique claro: se atacar americanos — em qualquer lugar do mundo —, passará o resto da sua curta e angustiante vida a saber que os Estados Unidos irão persegui-lo, encontrá-lo e matá-lo impiedosamente”, escreveu Hegseth no X.
The savage who perpetrated this attack was killed by partner forces.
Let it be known, if you target Americans — anywhere in the world — you will spend the rest of your brief, anxious life knowing the United States will hunt you, find you, and ruthlessly kill you. https://t.co/P7D9NrWpAL
— Secretary of War Pete Hegseth (@SecWar) December 13, 2025
Posteriormente, três fontes anónimas disseram à Reuters que o responsável pelo ataque era membro das forças de segurança da Síria. Um porta-voz do Ministério da Administração Interna da Síria clarificou também, na televisão local, que o atacante não tinha um cargo de liderança na estrutura nestas forças.
Em reação à porta da Casa Branca, Donald Trump disse que Washington DC irá retaliar contra o Estado Islâmico em caso de novo ataque contra as forças americanas. Mais tarde, na Truth Social, o presidente americano diz que “este foi um ataque do ISIS contra os EUA e a Síria”.
“O presidente da Síria, Ahmed al-Sharaa, está muito chateado e perturbado com este ataque. Haverá uma retaliação muito séria”, escreveu.