O responsável era membro das forças de segurança do país, disseram fontes anónimas à Reuters

Dois soldados americanos e um intérprete morreram num ataque em Palmira, na Síria, anunciou este sábado o Pentágono.

Outras três pessoas ficaram feridas, disse também o porta-voz Sean Parnell. As vítimas estavam na Síria a apoiar operações de contraterrorismo, adiantou a mesma fonte.

Por sua vez, Pete Hegseth, secretário da Defesa dos EUA, anunciou que o atacante foi morto por forças aliadas.

“Que fique claro: se atacar americanos — em qualquer lugar do mundo —, passará o resto da sua curta e angustiante vida a saber que os Estados Unidos irão persegui-lo, encontrá-lo e matá-lo impiedosamente”, escreveu Hegseth no X.

Posteriormente, três fontes anónimas disseram à Reuters que o responsável pelo ataque era membro das forças de segurança da Síria. Um porta-voz do Ministério da Administração Interna da Síria clarificou também, na televisão local, que o atacante não tinha um cargo de liderança na estrutura nestas forças.

Em reação à porta da Casa Branca, Donald Trump disse que Washington DC irá retaliar contra o Estado Islâmico em caso de novo ataque contra as forças americanas. Mais tarde, na Truth Social, o presidente americano diz que “este foi um ataque do ISIS contra os EUA e a Síria”.

“O presidente da Síria, Ahmed al-Sharaa, está muito chateado e perturbado com este ataque. Haverá uma retaliação muito séria”, escreveu.