Concreto aparente, grandes painéis de vidro e ambientes sem divisões rígidas criam a sensação de continuidade entre interior e exterior.
A rampa de madeira que liga os pavimentos virou um dos símbolos da casa, remetendo às soluções monumentais adotadas pelo arquiteto em Brasília. Entre os moradores, o corredor curvo dos quartos ganhou o apelido de “barriguinha”.
Luxo, história e futuro em debate
Após a morte de Edith Mitidieri, em 2012, a mansão passou a ser usada para eventos culturais, exposições e gravações audiovisuais. Especialistas avaliam que o imóvel pode seguir como espaço cultural, conciliando preservação e uso contemporâneo.