Bruno Fernandes abriu o livro sobre a possibilidade de regressar a Portugal, além do interesse de FC Porto e Benfica, em 2016 e 2018, respetivamente.

«Benfica? Houve essa possibilidade. Foi em 2018, depois do Mundial. O clube insistiu, o meu empresário apresentou essa possibilidade. Mas disse que ficaria no Sporting. Financeiramente, era muito tentador. Acredito que, até hoje, poucos jogadores tiveram a oferta que eu tive. A nível financeiro era um contrato melhor do que o primeiro que tive no Man United. Estive perto de jogar pelo FC Porto, antes de ir para o Sporting. O FC Porto contratou o Óliver Torres, mas não teve o mesmo impacto que eu.»

«O Benfica também me quis na altura do Jorge Jesus. Se o Benfica realmente me quisesse, que comprasse no ano anterior. Queriam aproveitar um momento de fraqueza do Sporting. Uma vez cruzei-me com o presidente do Rui Costa, depois de bisar contra a Bósnia, e ele disse: “Marcas sempre neste estádio”. E eu respondi: “Quisessem antes”», disse ao Canal 11.

Sobre o futuro, o internacional português antevê um futuro por Inglaterra.

«Quero ficar no Man United enquanto me sentir desejado. Gostava de experimentar o campeonato espanhol e de lutar por títulos grandes em Itália. Tenho muitas ligações a Itália, a minha filha nasceu lá.»

«Já pensei em regressar a Portugal. Voltar onde já se foi feliz pode estragar a imagem que ficou. Pelo carinho e respeito, a primeira opção seria o Sporting. A ser feliz, que fosse pelo Sporting. Mas não quero estragar a imagem que ficou. Até pela questão familiar gostaria de regressar a Portugal. Mas não quero arrastar-me, quero acrescentar. E até experimentar o futebol distrital, numa fase adiantada. Tu jogas na distrital por amor, sente-se de forma diferente. Tenho amigos na distrital.»