A medida faz parte dos esforços para reforçar os padrões de entrada nos Estados Unidos e surge após a detenção de um suspeito afegão num tiroteio contra militares da Guarda Nacional durante o fim de semana do Dia de Ação de Graças.

Alex Brandon
A administração do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alargou a proibição de viagens para incluir mais cinco países e impôs novos limites a outros Estados, como a cidadãos da Palestina.
A medida decidida esta terça-feira faz parte dos esforços contínuos para reforçar os padrões de entrada nos Estados Unidos para viagens e imigração.
A decisão segue-se à detenção de um suspeito afegão no tiroteio contra dois militares da Guarda Nacional durante o fim de semana do Dia de Ação de Graças.
Em junho, Donald Trump anunciou que cidadãos de 12 países estariam proibidos de visitar os Estados Unidos e as pessoas de outros sete nações enfrentariam restrições.
A decisão ressuscitou uma política emblemática do seu primeiro mandato. Na altura, a proibição incluía Afeganistão, Myanmar, Chade, República do Congo, Guiné Equatorial, Eritreia, Haiti, Irão, Líbia, Somália, Sudão e Iémen, e reforçava as restrições a visitantes do Burundi, Cuba, Laos, Serra Leoa, Togo, Turquemenistão e Venezuela.
Esta terça-feira, a administração republicana anunciou que estava a expandir a lista de países cujos cidadãos estão proibidos de entrar nos Estados Unidos para incluir Burquina Faso, Mali, Níger, Sudão do Sul e Síria.
A administração também restringiu completamente a viagem de pessoas com documentos de viagem emitidos pela Autoridade Palestiniana.