São números assombrosos. Ao conquistar a Taça Intercontinental esta quarta-feira, contra o Flamengo, o PSG encerrou 2025 com 66 jogos, 49 vitórias, oito empates, nove derrotas, 174 golos marcados e 63 golos sofridos. O resultado? Ligue 1, Taça de França, Supertaça, Liga dos Campeões, Supertaça Europeia e agora Taça Intercontinental, falhando apenas o Mundial de Clubes perdido para o Chelsea na final.

Safonov foi o brilho de quem não se deixa ofuscar no caminho para a história: PSG bate Flamengo nos penáltis e fecha o ano com seis troféus

No Qatar e depois de um empate que sobreviveu aos 90 minutos e à meia-hora extra do prolongamento, o herói do PSG acabou por ser Matvei Safonov, guarda-redes russo que defendeu quatro penáltis na decisão por grandes penalidades. Com 26 anos, chegou aos parisienses na temporada passada vindo do Krasnodar e para viver na sombra de Gigi Donnarumma, passando exatamente para o mesmo papel esta época mas como suplente de Lucas Chevalier. Na Intercontinental, porém, teve a oportunidade para brilhar.

Outro dos destaques individuais desta quarta-feira acabou por ser Marquinhos, central brasileiro que é também o capitão do PSG — mesmo que tenha cometido o erro que deu origem ao golo do Flamengo. Ao conquistar a Taça Intercontinental, Marquinhos tornou-se apenas o 11.º jogador a acumular o troféu com a Taça Libertadores e o Mundial de Clubes, competições que venceu ainda ao serviço do Corinthians. Aos 31 anos, junta-se a nomes como Neymar, Dida ou Cafú, sendo que o último jogador a alcançar a tríade tinha sido Jorginho, médio italiano que joga precisamente no Flamengo.

Nuno Mendes, Vitinha e João Neves foram titulares e cumpriram os 120 minutos, sendo que Gonçalo Ramos não saiu do banco de suplentes. Os quatro portugueses destacam-se ainda dos restantes companheiros e juntam aos seis títulos conquistados pelo PSG a Liga das Nações alcançada com a Seleção Nacional, terminando o ano civil com sete troféus a acrescentar ao palmarés.