Os (as) trabalhadores (as) da Embasa devem ficar atentos para a mudança da operadora do Plano de Saúde da Embasa. Uma vez finalizado o processo licitatório, a Unimed deixa de ser a atual operadora e já no domingo próximo (21) a Promédica começa prestar serviço de saúde conforme previsto no Acordo Coletivo de Trabalho para um total de 12.943 vidas num contrato firmado por dois anos no valor de R$ 351.565.440,00. 

A Unimed deixa um rastro de insatisfações em diversas localidades no estado. Foram muitas as reclamações recebidas no Sindicato feito pelos (as) trabalhadores (as). Espera-se que a não tão nova operadora, pois já existe um passado de atendimento na Embasa, que as queixas sejam menores e que dessa vez a rede de atendimento seja ampliada.

No interior do estado, nem ainda começou o atendimento e muitas preocupações surgem por parte dos empregados (as). O motivo é que alguns estabelecimentos já anunciam que não irão trabalhar com a Promédica, tendo que o trabalhador (a) começar a preparar o espirito para os possíveis problemas que naturalmente vão surgir.
É preciso que o setor responsável pela gestão do contrato acompanhe a atualização do credenciamento desses estabelecimentos que manifestaram rejeição à nova operadora do plano de saúde e assim que seja assegurado o atendimento ao beneficiário (a).
Previsto no Termo de Referência do Edital de Licitação, a ausência do Hospital São Rafael, gerou insatisfação desde já. A inclusão de hospitais de médio porte, em sua maioria da própria operadora, reflete ainda mais preocupações, pela disposição de endereço e por demandar mais tempo de deslocamento e ter que enfrentar longa fila em muito deles.

PAIS E MÃES ATÍPICOS

A direção da Embasa sinaliza que é assegurado o direito à saúde e não à rede credenciada, com isso, os pais e mães atípicos da Embasa (PMAE) já estão com “dor de cabeça” ao saber que determinados tratamentos (assistência terapêutica) com seus filhos (as) terão impacto negativo ao ter que passar por um novo período de adaptação com o especialista da rede no atendimento. 
Pensar nos problemas que decorrem na descontinuidade de um tratamento deveria ser parte integrante na construção de um novo edital para contratar a operadora. Afinal, só quem passa por essa etapa sabe e consegue dimensionar os desafios encontrados. 
O grupo de pais e mães atípicos considera que essas mudanças tivesse uma escuta ativa sobre a rotina desses trabalhadores (as) que ao longo da sua jornada de trabalho precisam pegar estradas entre cidades e por vezes custear o tratamento, na expectativa do reembolso, uma tarefa que não dispensa erros e requer planejamento prévio financeiro e logístico.

APOSENTADOS (AS)

Em luta, aqueles que por muitos anos se dedicaram na construção da maior empresa pública de saneamento do país, a Embasa, clamam pela redução do valor do plano de saúde. Num passado recente o custo que era de R$ 600,00 (seiscentos reais), com a nova operadora, o boleto virá com mais acréscimos, R$ 1.280,00 (hum mil duzentos e oitenta reais) aos trabalhadores (as) que estão na carteira de inativos, os (as) aposentados (as). 

O Sindicato vai acompanhar de perto todo o processo de transição e recomenda aos trabalhadores (as) que busquem os contatos de apoio fornecido pela empresa diante de alguma dificuldade. Havendo abuso pela falta de atendimento da operadora, sugerimos o caminho da denúncia na Agencia Nacional de Saúde Suplementar (ANS) através do telefone: 0800 701 9656.