Portugal produziu em 2024 mais de 86% da sua eletricidade a partir de fontes renováveis, um máximo histórico que confirma a aceleração da transição energética e da descarbonização. Mas o mesmo ano ficou também marcado por incêndios mais devastadores (houve menos incêndios em número, mas foi o quarto pior ano da década em área ardida), por problemas nos setores dos resíduos (a produção de lixo continua a aumentar e as metas de reciclagem estão longe de ser cumpridas); e assiste-se a sinais crescentes da crise climática revelando fragilidades ambientais estruturais e pressão sobre os recursos naturais.

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