Estava em Ponta Delgada para receber um doutoramento honoris causa pela Universidade dos Açores quando soube ter sido escolhida para receber o Prémio Pessoa. Tinha acabado de escrever um discurso a que dera o título “Convocando a Esperança”, e que sintetiza o modo como olha para o futuro. Sétima mulher em 39 edições do prémio criado por Francisco Pinto Balsemão, agora com o apoio da Caixa Geral de Depósitos, espera com ele inspirar as jovens escritoras a dedicar-se não à sociologia, mas à literatura. Porque acredita que “o prioritário é a beleza que a linguagem cria e que nos salva”.

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