A garantia foi deixada na reunião do executivo municipal da última quinta-feira pelo diretor do Património da Câmara Municipal de Lisboa (CML)L, Bernardo Alabaça, após um apelo do porta-voz dos moradores. Segundo o responsável, a proposta de pouco mais de um milhão de euros apresentada no leilão realizado em novembro “não foi aceite pelos credores”, o que impede, para já, qualquer notificação à autarquia para o exercício do direito de preferência. “Não haverá lugar à comunicação do direito de preferência para esse negócio”, explicou, assegurando, ainda assim, que os serviços municipais continuam a estudar o processo com vista a uma eventual aquisição futura.