Segundo o JN apurou, as relações entre as duas mulheres já se vinham a degradar há algum tempo, com discussões constantes. Até que, e ao que tudo indica, no dia 5 de dezembro (dia em que a vítima foi vista pela última vez), a suspeita, de 43 anos, disse a Lucinete Freitas que precisava de falar com ela.

Convenceu-a a ir até a uma zona de mato, onde começaram de novo a discutir. Em circunstâncias que a investigação ainda há-de esclarecer, a detida pegou numa pedra e agrediu a vítima na cabeça, matando-a.

Em seguida tapou o corpo com diversos objetos e voltou à sua rotina diária, vivendo tranquilamente durante as duas semanas que mediaram até à descoberta do cadáver.

As autoridades já descartaram a intervenção de terceiros na morte de Lucinete Freitas.

A vítima era natural de Aracoiaba, no Ceará, um estado localizado na região Nordeste do Brasil, mas morava sozinha na Amadora. A última comunicação com o marido, que vive em Fortaleza, havia sido na noite de dia 5 de dezembro.

Segundo o que o próprio contou ao portal brasileiro “G1”, Lucinete iria visitar no dia 6 de dezembro um apartamento que a família pretenderia arrendar, já que o marido e o filho planeariam mudar-se para Portugal em 2026, mas não compareceu.