A notícia é avançada esta segunda-feira pelo Jornal de Notícias, que não conseguiu obter esclarecimentos oficiais. 


Inicialmente este voo foi classificado como militar, mas o Jornal de Notícias avança esta segunda-feira que se tratou de um voo de Estado. 


É o Ministério dos Negócios Estrangeiros que detém a autoridade para atribuir esta classificação, mas o gabinete de Paulo Rangel não quis confirmar que foi o MNE a atribuí-la e remeteu uma resposta para a justiça, que remeteu por sua vez para a Força Aérea e para a autoridade aeronáutica nacional. 


A oficial de relações públicas comum às duas entidades esclareceu que a autoridade aeronáutica se limita a instruir, com pareceres técnicos, as decisões do Ministério dos Negócios Estrangeiros. 

Tito Gomes Fernandes e Dinisia Embaló são suspeitos de contrabando e branqueamento de capitais e ficaram com termo de identidade e residência.