Uma das hipóteses investigadas é que a bomba tenha sido colocada no automóvel pelos serviços de inteligência ucranianos. Kiev não se pronunciou sobre o caso.

Imagens aéreas mostram um carro branco destruído no meio de outros veículos, num estacionamento.

Desde o início da invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022, vários militares foram alvo de atentados em Moscovo.

O general Yaroslav Moskalik morreu num atentado com carro-bomba, na capital russa, em abril, sendo que o general Igor Kirillov foi morto em dezembro de 2024, quando um dispositivo colocado numa scooter foi detonado remotamente.