Em 2009, esse número caiu para menos de 10 mil, e em 2015, para menos de 3 mil, segundo dados da Organização Mundial da Saúde. Ainda assim, especialistas alertam que muitos casos podem não ser registrados, principalmente em áreas rurais.

O que a ciência descobriu sobre o parasita

Pesquisas recentes revelaram que o parasita é mais complexo do que se imaginava. Um estudo publicado em 2016 mostrou que, além do sangue, o Trypanosoma também pode se esconder na pele e no tecido adiposo.

“Achamos que a pele é, portanto, um reservatório escondido da infecção”, afirmou Annette MacLeod, da Universidade de Glasgow, no Reino Unido, à BBC. Segundo ela, isso ajuda a explicar como pessoas sem sintomas aparentes continuam transmitindo a doença.