Além da mais popular fonte da capital italiana, também a Villa de Massenzio, o Museu Napoleónico, o Museu Giovanni Barracco de Escultura Antiga, o Museu Carlo Bilotti e o Museu Pietro Canonica deixarão de ser de livre acesso.
“O preço será muito acessível”, garantiu o presidente da Câmara de Roma, Roberto Gualtieri, que não adiantou valores, a não ser o da Fontana di Trevi, cujo acesso passará a custar dois euros.
“A fonte continuará visível a todos gratuitamente. Estamos apenas a falar do acesso à zona em frente”, explicou o autarca. A ideia passa por controlar o “grande fluxo de visitantes” daquela que é segunda atração mais procurada da cidade a seguir ao Coliseu.
O bilhete pago vai complementar uma medida já em vigor desde 22 de dezembro, que limita o acesso simultâneo à praça a um máximo de 400 pessoas.
Esse número será agora reduzido para 250 para evitar a sobrelotação.
Estima-se que a medida venha a gerar anualmente cerca de 6,5 milhões de euros.
Recorde-se que, segundo dados oficiais, só no primeiro semestre de 2025 foram registadas mais de cinco milhões de visitas ao local, com uma média diária de 30 mil visitantes.