Pesquisadores da Universidade de Zurique e do centro PlanetS afirmam que essa divisão pode ser simples demais. Segundo o trabalho, publicado na revista Astronomy & Astrophysics, o interior pode ser menos “gelado” e bem mais rico em rocha.
Modelos mais complexos revelam surpresas
Para chegar ao resultado, o doutorando Luca Morf e a professora Ravit Helled criaram um método de simulação que amplia as combinações possíveis para a composição interna dos planetas.
Em vez de priorizar estruturas ricas em água, como em modelos anteriores, a dupla gerou perfis aleatórios de densidade. Depois, comparou os campos gravitacionais simulados com dados observacionais reais.