“A linha de posicionamento das tropas à data deste acordo é reconhecida como a linha de contacto”, contou ontem Zelensky aos jornalistas, em declarações publicadas esta quarta-feira.

Na nova proposta, de 20 pontos, não é exigido a Kiev que desista formalmente da adesão à NATO. “Cabe aos membros da aliança escolherem se querem ou não a Ucrânia. A nossa escolha já foi feita. Recusámos as alterações propostas à Constituição ucraniana que a impediriam de aderir à NATO”, destacou, referindo-se ao anterior plano elaborado pelos EUA.

Um dos novos pontos do acordo aponta que “a Ucrânia deverá realizar eleições assim que possível”, após a assinatura do plano.

Zelensky anunciou ainda que, na nova versão do documento, a central nuclear de Zaporíjia passa a ser operada conjuntamente por três países – Ucrânia, EUA e Rússia – ao contrário do sugerido inicialmente, com a exclusão de Kiev.