Crianças e idosos correm mais risco
Crianças e idosos formam o grupo mais vulnerável à desidratação. Entre os pequenos, a dificuldade em reconhecer e comunicar a sede, somada à maior perda de líquidos no calor, exige vigilância constante dos responsáveis.
Já nos idosos, o problema está na diminuição da sensação de sede, comum com o avanço da idade.
Segundo o endocrinologista Ricardo Barroso, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, “o sistema nervoso do idoso perde sensibilidade para perceber a desidratação, o que faz com que a ingestão de líquidos seja menor do que o necessário, mesmo em dias quentes”.