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Por mais que Supergirl (2026) e Cara-de-Barro (2026) sejam duas grandes apostas, a DC Studios vislumbra um 2026 tranquilo.

Em um artigo sobre o calendário da Warner para o ano que vem, o jornalista Matt Belloni, da Puck News, relatou que James Gunn e Peter Safran estão trabalhando sob baixa pressão no momento.

Segundo Belloni, Superman (2025) entregou o necessário para agradar aos fãs e garantir um “passe livre” para o futuro da DC.

É fato que o longa de James Gunn não superou a bilheteria de O Homem de Aço (2013), mas como as expectativas estavam no chão, o desempenho foi muito celebrado por David Zaslav e sua cúpula — especialmente com a Marvel comendo poeira no mesmo período.

Para além do conforto do sucesso de Superman (2025), Supergirl (2026) ainda é um blockbuster de orçamento relativamente baixo, que não deve ter dificuldade para ser lucrativo.

Belloni não revelou o orçamento do filme da super-heroína, mas disse que se a DC Studios fizer cerca de US$ 300 milhões com ele, vai estar bem. E se não fizer, ninguém deve ser condenado por isso, pois 2027 virá com os pesos-pesados Batman e Superman nos cinemas.

Cara-de-Barro (2026), por sua vez, custou cerca de US$ 40 milhões para os cofres da DC Studios. Fazendo US$ 100 milhões já pode ser considerado um sucesso.

Para 2026, quem vai se manter sob pressão é a dupla Mike De Luca e Pam Abdy, que teve um ano extraordinário na Warner Bros. Pictures, mas vai ser colocada à prova agora que o calendário da Warner é quase todo composto por filmes originais.

Após Gunn e Safran serem o grande foco de 2025, as esperanças da Warner para 2026 estão todas depositadas em Emerald Fennell, Iñárritu, Tom Cruise, Maggie Gyllenhaal e Denis Villeneuve.

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Fonte: Puck