Não há dúvida que a Samsung tem revolucionado o mercado com as tecnologias que trouxe aos seus smartphones. Este cenário é visível nos dobráveis, com o Galaxy Z Trifold a ser o seu expoente máximo. No entanto, sabe-se agora que a Samsung estará a perder dinheiro com o Galaxy Z TriFold. A dobradiça e custos de produção são culpados!

Samsung Galaxy Z Trifold dobradiça

A Samsung voltou a surpreender o mercado com o lançamento do Galaxy Z TriFold. Este dispositivo promete redefinir o conceito de smartphone dobrável. Com um preço que ronda os 2.400 dólares, seria de esperar que a gigante sul-coreana estivesse a garantir uma margem de lucro confortável. Contudo, relatórios recentes indicam um cenário diferente. A marca pode estar a vender este equipamento inovador com prejuízo.

O elevado peso da dobradiça no custo do Samsung Trifold

Apesar do valor elevado que chega ao consumidor, a complexidade do hardware envolvido parece ser o grande entrave à rentabilidade imediata. Fontes da indústria apontam que o custo de fabrico do novo Samsung Trifold, especialmente devido à sua dobradiça avançada e aos painéis OLED flexíveis, é excessivamente alto.

Segundo informações veiculadas, “o dispositivo tem um custo de produção superior ao seu preço de venda”. Isso coloca a empresa numa posição delicada financeiramente, pelo menos no que toca a este modelo específico. A estratégia da Samsung parece não focar, para já, no lucro direto com este equipamento, mas sim na afirmação de liderança tecnológica.

Samsung Galaxy Z Trifold dobradiça

A estrutura de três dobras exige componentes de precisão extrema. A atual escassez e o aumento de preço de memórias e módulos de câmara apenas agravam a fatura final para a fabricante. Ao que tudo indica, a Samsung aceita perder dinheiro em cada unidade vendida como um investimento a longo prazo.

Perder dinheiro no Galaxy Z Trifold para ganhar futuro

O Galaxy Z TriFold funciona, assim, como uma “montra tecnológica”. Demonstra a capacidade de engenharia da marca num mercado onde a concorrência é feroz. A produção é limitada, com estimativas de vendas a rondarem apenas as dezenas de milhares de unidades globalmente, o que confirma o estatuto de produto de nicho.

Analistas sugerem que “o preço foi definido de forma muito precisa”. Possivelmente apenas para cobrir custos ou minimizar perdas, enquanto a marca consolida a sua posição de pioneira. Resta saber se, com a maturação da tecnologia e a otimização da cadeia de fornecimento, a Samsung conseguirá transformar esta inovação num sucesso comercial rentável no futuro.