O ano que agora termina foi marcado, no mercado de dívida, por movimentos dissincronizados das principais autoridades monetárias globais. O Banco Central Europeu (BCE) colocou os juros em modo de pausa a meio do ano, enquanto a Reserva Federal norte-americana (Fed) acelerou no final de 2025. Mas acabou por ser a instabilidade política em França a fazer agravar as “yields”.